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18/03/15
PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!
Muitos milhares (19 094 -
DEZANOVE MIL E NOVENTA E QUATRO) de cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como
pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT
(hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funcionamento da
urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três
unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação
com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.
Os milhares de cidadãos que deram corpo a esta iniciativa, constatam que as sucessivas “reorganizações” do Centro Hospitalar do Médio Tejo e dos Centros de Saúde (integrados no ACES Médio Tejo), trouxeram mais sofrimento e ansiedade a cada vez mais pessoas na Região. Piorou o acesso aos cuidados de saúde, a concentração de serviços não correspondeu a mais qualidade, as distâncias que doentes e familiares têm de percorrer implicam mais sofrimento físico e mais despesas.
Nas últimas semanas, todos estão preocupados com os tempos de espera no serviço de urgências do CHMT, fruto da má organização das urgências e da descoordenação com os cuidados primários, que nuns locais encerraram os serviços e noutros não têm horários compatíveis com a actividade da população. A maior parte dos centros de saúde não tem médicos em número suficiente para dar resposta aos utentes em termos de cuidados de saúde de proximidade.
Nos próximos dias iremos
fazer chegar as assinaturas ao Ministro da Saúde e será dado conhecimento aos
Grupos Parlamentares da Assembleia da República e aos autarcas da vontade clara
e objectiva da população da região. Também de imediato vamos entregar um
documento sobre esta matéria ao Presidente do Conselho de Administração do
CHMT, pedindo uma reunião para estudar a forma de concretização das propostas
da população.
As estruturas de utentes do Médio Tejo
Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Abrantes
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas
Médio Tejo, 17.3.2015
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas
Médio Tejo, 17.3.2015
12/03/15
PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!
Mais de
17000 (DEZASSETE MIL) cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se
coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no
CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor
funciamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e
cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes
em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.
As
estruturas de utentes do Médio Tejo, promotores do Abaixo-assinado, convocam
uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, para dia 17 de Março próximo, às 17,30
horas, frente ao Hospital de Torres Novas, para apresentação pública
das assinaturas e dar conta dos contactos entretanto realizados com diversas
entidades.
A seguir à
Conferencia de Imprensa procederemos à entrega de cópia do Abaixo-assinado à
Administração do CHMT.
As estruturas
de utentes do Médio Tejo
27/02/15
ORGANIZAR OS UTENTES, DEFENDER OS SERVIÇOS PÚBLICOS!
Reuniu em Santarém o Secretariado do MUSP Santarém tendo concluído o seguinte:
• O balanço da actividade realizada em 2014 pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos do Distrito de Santarém e pelas Comissões de Utentes é positivo, sendo de salientar:
- As várias reuniões públicas realizadas com populações onde os utentes ainda não estavam organizados resultando a constituição de cinco novas Comissões de Utentes (Constância, Tomar, Torres Novas, Santarém e Abrantes);
- O número e a diversidade das iniciativas realizadas em defesa dos serviços públicos, com destaque nas áreas da Saúde, dos CTT e dos Tribunais;
- Os milhares de comunicados, panfletos e outros materiais de divulgação que foram produzidos e distribuídos pelas Comissões de Utentes e pelo MUSP Santarém em vários municípios do distrito;
- As dezenas de milhares de utentes envolvidos nos abaixo-assinados, petições e outros suportes de reclamação dirigidos aos órgãos de soberania e de tutela;
- Também as centenas de utentes que se envolveram na distribuição das folhas e na recolha das assinaturas no comércio local, nos mercados, nas ruas contactando directamente com os cidadãos, transmitindo-lhes as suas preocupações e a consciência cívica dos problemas suscitados;
- As muitas reuniões com autarcas conjugando sinergias e partilhando informação; nos Órgãos Consultivos de ACES e Hospitalares, intercedendo pelos interesses e direitos constitucionais dos Utentes;
- Prosseguir com as reuniões públicas nos concelhos e localidades onde os utentes ainda não estão organizados a fim de se constituírem mais Comissões de Utentes e incrementar a luta em defesa dos Serviços Públicos;
- Empenhar-se com a participação de uma forte delegação no Encontro Nacional de Comissões de Utentes agendado para 21 de Março, em Lisboa, que se debruçará sobre aspectos da organização e âmbito das comissões de utentes e do MUSP a nível nacional, distrital/regional e local.
- Convocar o 4º. Encontro Distrital de Utentes e Comissões de Utentes do distrito de Santarém para o auditório da Biblioteca Municipal de Alpiarça, no próximo dia 18 de Abril.
- Apelar à participação dos utentes na Jornada Nacional de Luta da CGTP, em 7 de Março em Santarém com uma manifestação com início às 15h00 que decorrerá da Segurança Social até ao Tribunal de Santarém.
Santarém, 26 de Fevereiro de 2015
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13/01/15
Assembleia da República aprova recomendação ao Governo para que proceda à construção urgente do novo Centro de Saúde na freguesia de Odivelas
Foi discutida na passada quinta-feira, dia 8 de Janeiro, no
Plenário da Assembleia da Republica, a Petição “Pela Construção do Centro de
Saúde na freguesia de Odivelas” promovida pelo Movimento+Saúde, que
recolheu mais de 5.100 assinaturas e foi entregue naquele órgão de soberania no
passado mês de Abril.
Na sequência desta iniciativa foram apresentadas pelos grupos
Parlamentares do Bloco de Esquerda, PCP e Verdes propostas de Recomendação ao
Governo no sentido da construção urgente daquele tão necessário e esperado
equipamento de saúde, essencial à melhoria do acesso a cuidados de saúde
adequados e com qualidade que há décadas vem sendo prometido mas nunca
concretizado e tem justificada a legitima luta e reivindicação da população de
Odivelas.
Sendo reconhecida por todos a justeza da reivindicação da
população e a importância de construir urgentemente o denominado Polo2, que dê
resposta adequada aos cerca de 60.000 habitantes da freguesia, foi aprovada,
por unanimidade de todos os partidos com assento parlamentar, uma recomendação
ao Governo para que este proceda à construção do novo centro de saúde de
Odivelas.
O Movimento+ Saúde, que assistiu à discussão da petição,
congratula-se com esta tomada de posição por parte da Assembleia da República e
espera que o Governo a tenha em devida conta e que a construção urgente do novo
centro de saúde se torne finalmente uma realidade.
Odivelas, 12 de janeiro de 201505/01/15
A construção do Centro de Saúde na Freguesia de Odivelas na Assembleia da República
A Assembleia da República vai apreciar, em Sessão Plenária, no próximo dia 8 de janeiro a partir das 15 horas, a Petição Pela construção do Centro de Saúde na Freguesia de Odivelas.
Promovida pelo Movimento Mais Saúde, a Petição conta com 5.153 assinaturas e foi entregue na Assembleia da República (AR) em 17 de abril de 2014, tendo sido analisada pela Comissão de Saúde. O relatório final da Comissão considera que a Petição reúne os requisitos legais para ser apreciada pelo Plenário da Assembleia da República.
O Movimento Mais Saúde considera que este é um momento importante para a população da Freguesia de Odivelas que desta forma se faz ouvir no órgão de soberania que é, por excelência, o máximo representante do Povo.
É pois com grande expectativa que encaramos a apreciação desta Petição no Plenário da Assembleia da República, esperando que daí resulte uma resposta positiva às legítimas pretensões da população e que a construção do Centro de Saúde se torne uma realidade.
Odivelas, 4 de janeiro de 2015
10/12/14
Quase 7000 cidadãos do Concelho de Abrantes defendem a MATERNIDADE no Hospital de Abrantes

Face às constantes informações oficiais que
colocam em causa a permanência de muitos serviços hospitalares, nomeadamente a
MATERNIDADE, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de
Abrantes lançou um abaixo-assinado para reafirmar a necessidade de cuidados de
proximidade e qualidade.
A publicação da Portaria 82/2014, o contínuo
decréscimo de partos (muito longe dos 1500, que é o número mínimo referenciado
como ideal para um serviço de qualidade), a incerteza quanto a anunciados
encerramentos e a apatia das sucessivas administrações do CHMT na promoção e
dinamização da Maternidade de Abrantes, leva esta Comissão a temer o seu
encerramento num futuro mais ou menos próximo. Ao longo de 2014, muitas foram
as declarações de diversos responsáveis (com especial destaque para o
ex-Presidente do CA do CHMT) que colocaram em causa a existência da Maternidade
no Médio Tejo e/ou em Abrantes. Existem, ainda, serviços no CHMT, no Hospital
de Abrantes, que carecem de urgente melhoria e outros que devem regressar ou
ser criados.
As 6895 assinaturas só foram possíveis com a
colaboração de muito do comércio local, a quem agradecemos. No entanto,
registe-se que não houve capacidade humana para levar a muitos locais a
possibilidade de as populações darem o seu contributo na defesa da Maternidade.
As assinaturas vão ser enviadas ao Ministro da Saúde e das mesmas vai ser dado
conhecimento aos Grupos Parlamentares, autarcas e aos responsáveis das unidades
de saúde da Região.
A iniciativa da Comissão de Utentes teve para
já o mérito de o Ministério da Saúde vir dizer que não está decidido o
encerramento da Maternidade. Também na reunião entre a CUSMT (em que estiveram
elementos da CUSPCA) com o CA do CHMT não houve referência ao encerramento de
qualquer serviço. Pena que o Primeiro Ministro inquirido sobre o assunto pelo
“Mirante”, não tenha sido explicito quanto à manutenção da maternidade.
A importância social e humana do serviço de
Maternidade para o Concelho e para toda a região, merece que continuemos
atentos e mobilizemos as populações em sua defesa.
Constata-se que a actual organização das
unidades de saúde e o seu subfinanciamento têm originado uma constante e
progressiva degradação da qualidade e acessibilidade aos cuidados de saúde. É
tempo de mudar de política para respeitar a dignidade das pessoas e promover o
progresso sócio económico da região.
Mas as preocupações da Comissão e das
populações não se restringem apenas aos cuidados hospitalares. Aliás, somos da
opinião que sem eficiência e eficácia nos cuidados primários/(centros e
extensões de saúde) gasta-se mais e os utentes ficam com menos cuidados de
proximidade e qualidade.
A cobertura de todo o território concelhio
“obriga” à existência de unidades de saúde móveis e à colocação de médicos de
família nas freguesias com mais população.
Em breve anunciaremos iniciativas públicas para
alertar os responsáveis para a exigência das populações na colocação de mais
médicos de família.
Nota final:
Com os meios disponíveis a Comissão de Utentes
vai continuar a trabalhar de forma persistente e atenta a problemas de outros
serviços públicos, como as obras de manutenção da Ponte de Abrantes (onde não
compreendemos que os trabalhos decorram só nos períodos em que os cidadãos e
actividades económicas mais a utilizam), a distribuição postal, a reposição das
valências retiradas ao Tribunal de Abrantes…
A Comissão de Utentes continuará a reunir
regularmente podendo participar todos os que queiram para, em colaboração com
outras estruturas de utentes da Região e do Distrito, informar e organizar as
populações na defesa dos seus direitos.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Abrantes
Abrantes,
10.12.2014
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