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05/05/15
14/04/15
Movimento de Utentes da Saúde diz que a situação se agrava a cada dia

A prestação de cuidados de saúde públicos agrava-se e os relatórios feitos são irrealistas, afirma Manuel Villas-Boas do Movimento de Utentes da Saúde.
Segundo analistas as "mudanças no setor hospitalar" em Portugal e a "otimização de custos" permitiram poupanças
8/4/2015 - FILIPE FARINHA/LUSA
O Movimento de Utentes da Saúde defendeu esta quarta-feira que a situação se agrava a cada dia para quem recorre ao serviço de cuidados públicos e considerou que relatórios feitos sem ouvir todas as partes resultam em “falta de realismo”.
O Comité de Política Social da União Europeia elogiou as mudanças feitas em Portugal na saúde e nas pensões de reforma, apesar de contrapor a necessidade de garantir uma adequada cobertura da assistência social.
Questionado pela agência Lusa sobre as reformas na saúde, Manuel Villas-Boas, do Movimento de Utentes, afirmou: “Aquilo que verificamos em Portugal é que a situação se agrava, e é curioso porque ainda ontem (terça-feira) tivemos oportunidade, e hoje também, de assistir a protestos das populações porque umas não têm médico de família, outras tinham o Centro de Saúde a funcionar, mas deixou de funcionar por falta de médicos”.
A análise da aplicação das recomendações específicas do Conselho Europeu de 2014, no âmbito dos Programas Nacionais de Reforma, foi disponibilizada na noite de terça-feira pela Direção-Geral de Saúde (DGS), na internet.
“Dá ideia que as pessoas que fizeram esse relatório não andaram no terreno a ver aquilo que efetivamente se passa”, criticou o representante dos utentes.
De acordo com os relatores, a reforma do sistema de saúde “continua a produzir resultados”. A DGS adiantou que a avaliação decorreu nos dias 24 a 26 de março, na Comissão Europeia, em sede conjunta do Comité de Proteção Social e do Grupo de Alto Nível de Saúde Pública do Conselho Europeu.
“Pode vir o senhor ministro da Saúde dizer que está tudo bem, mas o que é certo é que ainda ontem se mostrou muito constrangido relativamente a uma estatística do INE que nos dizia que, em 10 anos, os serviços de urgência nos centros de saúde passaram de 276 para 94 unidades e portanto não percebo como é que um relatório de um organismo responsável da União Europeia pode passar por cima destas dificuldades todas sem uma palavra”, acrescentou.
Os utentes querem ser ouvidos quando estiverem em causa avaliações aos serviços públicos, contrapondo que se essa informação não for recolhida os relatórios não refletem toda a realidade, mas apenas um lado, que “será o mais conveniente”.
No entendimento dos analistas, da situação portuguesa — Dinamarca e Comissão Europeia — as “mudanças no setor hospitalar” e a “otimização de custos” permitiram poupanças.
“Não vamos à situação real do sistema de saúde em Portugal e aí é que deviam incidir os cuidados”, disse Manuel Villas-Boas. As principais medidas apontadas neste trabalho foram progressos na reforma hospitalar, racionalização de custos operacionais, centralização de aquisições, a publicação de Normas de Orientação Clínica que incluem análise de custos, a aplicação de um sistema de avaliação de tecnologias da saúde, o combate à fraude, o aumento de adesão dos médicos e doentes aos medicamentos genéricos, com a DGS a especificar o acordo celebrado entre o Ministério da Saúde e a indústria farmacêutica para baixar o custo dos medicamentos.
Agência Lusa
08/04/15
Encontro com a população dia 18 de Abril

CONVITE À POPULAÇÃO
Alto Seixalinho, Santo
André e Verderena
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos da U.F. Alto Seixalinho, Santo André e Verderena, realiza encontro com a população na Comissão de Moradores do Bairro 3, Alto Seixalinho, dia 18 de Abril às 15H. a fim de a ouvir sobre o Serviço Nacional de Saúde prestado na nossa união de freguesias.
Com o encerramento do C. Saúde Bocage deslocou para o C. Saúde de Santo André os mais de 15000 utentes provocando a deslocação de utentes desta localidade para Santo António, alterando a vida dos utentes no seu todo.
Convidamos a população a discutir os problemas que nos afetam diariamente como:
- Porque não temos médico de família e enfermeiro de família no seu centro de Saúde?
- Porque temos de estar às 6 h da madrugada para marcar uma consulta?
- Porque muitos utentes deixaram de ir às consultas e muitos outros não compram os medicamentos?
- Porque se espera meses pelas consultas?
- Porque chegou o Hospital ao estado intolerável, indigno e perigoso que hoje conhecemos?
- Para quando a construção do Centro de Saúde no Alto Seixalinho?
CUSPAS – Comissão de Utentes dos Serviços Públicos da União de Freguesias Alto Seixalinho, Santo André e Verderena
06/04/15
Depois de recolhidas quase 600 assinaturas - A população de S. Miguel do Rio Torto volta a ter médico
Desde Outubro que a população de S. Miguel do Rio Torto não tinha na sua Extensão de Saúde acesso a cuidados médicos.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Abrantes (CUSPCA) e a União das Freguesias de S. Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, para além de denunciarem a situação, iniciaram a recolha de assinaturas reivindicando o acesso a cuidados de médicos na localidade.
Recolhidas quase 600 assinaturas, estas foram entregues a 17 de Março na Sede do ACES “Médio Tejo”, em Riachos. A delegação constituída por elementos da CUSPCA, da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e pelo Presidente da União das Freguesias não chegou a reunir com a Directora Executiva do ACES, mas ficou a promessa de marcação de uma reunião e/ou a resolução do problema.
A resposta, que atende parcialmente à reivindicação da população, chegou por carta: “… asseguradas 16 horas semanais de prestação de consultas médicas a partir de Abril em S. Miguel do Rio Torto.”
Mais uma vez se prova que as Comissões de Utentes, em colaboração com outras entidades, informando, organizando e mobilizando as populações são indispensáveis na construção de uma sociedade mais justa e com mais qualidade de vida.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Abrantes
4.4.2015
4.4.2015
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18/03/15
PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!
Muitos milhares (19 094 -
DEZANOVE MIL E NOVENTA E QUATRO) de cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como
pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT
(hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funcionamento da
urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três
unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação
com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.
Os milhares de cidadãos que deram corpo a esta iniciativa, constatam que as sucessivas “reorganizações” do Centro Hospitalar do Médio Tejo e dos Centros de Saúde (integrados no ACES Médio Tejo), trouxeram mais sofrimento e ansiedade a cada vez mais pessoas na Região. Piorou o acesso aos cuidados de saúde, a concentração de serviços não correspondeu a mais qualidade, as distâncias que doentes e familiares têm de percorrer implicam mais sofrimento físico e mais despesas.
Nas últimas semanas, todos estão preocupados com os tempos de espera no serviço de urgências do CHMT, fruto da má organização das urgências e da descoordenação com os cuidados primários, que nuns locais encerraram os serviços e noutros não têm horários compatíveis com a actividade da população. A maior parte dos centros de saúde não tem médicos em número suficiente para dar resposta aos utentes em termos de cuidados de saúde de proximidade.
Nos próximos dias iremos
fazer chegar as assinaturas ao Ministro da Saúde e será dado conhecimento aos
Grupos Parlamentares da Assembleia da República e aos autarcas da vontade clara
e objectiva da população da região. Também de imediato vamos entregar um
documento sobre esta matéria ao Presidente do Conselho de Administração do
CHMT, pedindo uma reunião para estudar a forma de concretização das propostas
da população.
As estruturas de utentes do Médio Tejo
Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Abrantes
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas
Médio Tejo, 17.3.2015
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas
Médio Tejo, 17.3.2015
12/03/15
PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!
Mais de
17000 (DEZASSETE MIL) cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se
coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no
CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor
funciamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e
cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes
em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.
As
estruturas de utentes do Médio Tejo, promotores do Abaixo-assinado, convocam
uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, para dia 17 de Março próximo, às 17,30
horas, frente ao Hospital de Torres Novas, para apresentação pública
das assinaturas e dar conta dos contactos entretanto realizados com diversas
entidades.
A seguir à
Conferencia de Imprensa procederemos à entrega de cópia do Abaixo-assinado à
Administração do CHMT.
As estruturas
de utentes do Médio Tejo
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