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14/04/15

Movimento de Utentes da Saúde diz que a situação se agrava a cada dia

MUSP Logo
A prestação de cuidados de saúde públicos agrava-se e os relatórios feitos são irrealistas, afirma Manuel Villas-Boas do Movimento de Utentes da Saúde.  
Segundo analistas as "mudanças no setor hospitalar" em Portugal e a "otimização de custos" permitiram poupanças
8/4/2015 - FILIPE FARINHA/LUSA
 
O Movimento de Utentes da Saúde defendeu esta quarta-feira que a situação se agrava a cada dia para quem recorre ao serviço de cuidados públicos e considerou que relatórios feitos sem ouvir todas as partes resultam em “falta de realismo”.  
O Comité de Política Social da União Europeia elogiou as mudanças feitas em Portugal na saúde e nas pensões de reforma, apesar de contrapor a necessidade de garantir uma adequada cobertura da assistência social.  
Questionado pela agência Lusa sobre as reformas na saúde, Manuel Villas-Boas, do Movimento de Utentes, afirmou: “Aquilo que verificamos em Portugal é que a situação se agrava, e é curioso porque ainda ontem (terça-feira) tivemos oportunidade, e hoje também, de assistir a protestos das populações porque umas não têm médico de família, outras tinham o Centro de Saúde a funcionar, mas deixou de funcionar por falta de médicos”.  
A análise da aplicação das recomendações específicas do Conselho Europeu de 2014, no âmbito dos Programas Nacionais de Reforma, foi disponibilizada na noite de terça-feira pela Direção-Geral de Saúde (DGS), na internet.  
Dá ideia que as pessoas que fizeram esse relatório não andaram no terreno a ver aquilo que efetivamente se passa”, criticou o representante dos utentes.  
De acordo com os relatores, a reforma do sistema de saúde “continua a produzir resultados”. A DGS adiantou que a avaliação decorreu nos dias 24 a 26 de março, na Comissão Europeia, em sede conjunta do Comité de Proteção Social e do Grupo de Alto Nível de Saúde Pública do Conselho Europeu.
Manif Saúde Portimão
Pode vir o senhor ministro da Saúde dizer que está tudo bem, mas o que é certo é que ainda ontem se mostrou muito constrangido relativamente a uma estatística do INE que nos dizia que, em 10 anos, os serviços de urgência nos centros de saúde passaram de 276 para 94 unidades e portanto não percebo como é que um relatório de um organismo responsável da União Europeia pode passar por cima destas dificuldades todas sem uma palavra”, acrescentou.  
Os utentes querem ser ouvidos quando estiverem em causa avaliações aos serviços públicos, contrapondo que se essa informação não for recolhida os relatórios não refletem toda a realidade, mas apenas um lado, que “será o mais conveniente”.  
No entendimento dos analistas, da situação portuguesa — Dinamarca e Comissão Europeia — as “mudanças no setor hospitalar” e a “otimização de custos” permitiram poupanças.  
Não vamos à situação real do sistema de saúde em Portugal e aí é que deviam incidir os cuidados”, disse Manuel Villas-Boas. As principais medidas apontadas neste trabalho foram progressos na reforma hospitalar, racionalização de custos operacionais, centralização de aquisições, a publicação de Normas de Orientação Clínica que incluem análise de custos, a aplicação de um sistema de avaliação de tecnologias da saúde, o combate à fraude, o aumento de adesão dos médicos e doentes aos medicamentos genéricos, com a DGS a especificar o acordo celebrado entre o Ministério da Saúde e a indústria farmacêutica para baixar o custo dos medicamentos. 
Agência Lusa

07/04/15

Centros Hospitalares proibidos de pagar salários?

Paulo Macedo DN
Clicar na imagem para visualizar a ligação
Nota da CUSMT: 
Apesar do CHMT não estar incluído na lista dos quatro Centros Hospitalares indicados, não nos inibe de escrever: "ISTO É DE LOUCOS!" O Governo está a considerar a vida e a dignidade humanas como parafusos ou outro produto empresarial. 
E, ainda, duas perguntas: porque não demitem os Conselhos de Administração ou se demite o Governo, já que foi este que nomeou os dirigentes hospitalares? Terá sido algum informático a redigir a nova versão da Lei dos Compromissos? (Nos últimos tempos têm sido eles os bodes expiatórios para todas as trapalhadas governamentais).

18/03/15

PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!

Comissões no chmt 2015-03-18 
 
Muitos milhares (19 094 - DEZANOVE MIL E NOVENTA E QUATRO) de cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funcionamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.

Os milhares de cidadãos que deram corpo a esta iniciativa, constatam que as sucessivas “reorganizações” do Centro Hospitalar do Médio Tejo e dos Centros de Saúde (integrados no ACES Médio Tejo), trouxeram mais sofrimento e ansiedade a cada vez mais pessoas na Região. Piorou o acesso aos cuidados de saúde, a concentração de serviços não correspondeu a mais qualidade, as distâncias que doentes e familiares têm de percorrer implicam mais sofrimento físico e mais despesas.

Nas últimas semanas, todos estão preocupados com os tempos de espera no serviço de urgências do CHMT, fruto da má organização das urgências e da descoordenação com os cuidados primários, que nuns locais encerraram os serviços e noutros não têm horários compatíveis com a actividade da população. A maior parte dos centros de saúde não tem médicos em número suficiente para dar resposta aos utentes em termos de cuidados de saúde de proximidade.


Nos próximos dias iremos fazer chegar as assinaturas ao Ministro da Saúde e será dado conhecimento aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República e aos autarcas da vontade clara e objectiva da população da região. Também de imediato vamos entregar um documento sobre esta matéria ao Presidente do Conselho de Administração do CHMT, pedindo uma reunião para estudar a forma de concretização das propostas da população.

As estruturas de utentes do Médio Tejo 

Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo 
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Abrantes
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas

Médio Tejo, 17.3.2015

12/03/15

PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!

CUSMT 2015-03-11
Mais de 17000 (DEZASSETE MIL) cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funciamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.

As estruturas de utentes do Médio Tejo, promotores do Abaixo-assinado, convocam uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, para dia 17 de Março próximo, às 17,30 horas, frente ao Hospital de Torres Novas, para apresentação pública das assinaturas e dar conta dos contactos entretanto realizados com diversas entidades.

 CUSMT 2015-03-11 1

A seguir à Conferencia de Imprensa procederemos à entrega de cópia do Abaixo-assinado à Administração do CHMT.
                                       
As estruturas de utentes do Médio Tejo

Médio Tejo, 11.3.2015