Mostrar mensagens com a etiqueta lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lisboa. Mostrar todas as mensagens

23/04/15

Comemorações populares do 25 de Abril e do 1º de Maio

Comemorações 25Abril Lisboa 
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos apela à participação de todos nas comemorações populares do 25 de Abril e do 1º de Maio. 
A revolução do 25 de abril de 1974 que pôs fim ao regime fascista e restituiu a liberdade e a democracia veio também abrir as portas para que na Constituição da República Portuguesa de 1976 tenham sido consagrados direitos económicos e sociais fundamentais para a coesão e desenvolvimento do país. 
Nos últimos anos têm sido implementadas políticas de crescente desresponsabilização do Estado face às suas obrigações constitucionais, nomeadamente a de garantir o direito à saúde, à educação, à segurança social, à justiça, à cultura, mas também num conjunto de serviços e de bens essenciais como a eletricidade, os combustíveis, os transportes, as comunicações e as telecomunicações, a água e a recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos, entre outros. 
Vamos todos participar nas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio para derrotar estas políticas e criar condições para uma alternativa política de esquerda e soberana, que respeite os princípios, os valores e os direitos consagrados na Constituição da República, dando a todos condições de vida dignos numa sociedade mais justa e mais solidária.
Por mais e melhores serviços públicos! 
Abril é o futuro! 
Movimento de Utentes dos Serviços Públicos


Desfile 15 h Lisboa
Marquês de Pombal  
Distrito de Lisboa: Av. Fontes Pereira de Melo
Distrito de Setúbal: Banco Montepio Rua Braamcamp 

21/01/15

Linha de Cascais: desinvestimento provoca supressão de comboios Exigimos a sua reposição

MUSP Logo
O desinvestimento a que tem sido votada a linha de Cascais, ao longo das duas últimas décadas, está agora a fazer sentir os seus efeitos, provocando problemas contínuos no material circulante, com uma imobilização superior ao normal, o que não permite a garantia da oferta programada.
Essa foi a razão central da medida de reduzir a oferta na linha de Cascais, desde o passado dia 18, tal como tinha acontecido já antes com a supressão dos comboios de S. Pedro e, que não será a última medida caso persista a política de abandono desta linha.
Apesar da redução do número de comboios, continuámos a assistir à supressão doutros nas horas de ponta, altura em que, normalmente, ocorrem o maior número de avarias.
 Comboio Cascais
Lembramos que na altura de renovação do material circulante, optou-se por fazer a “modernização” dos comboios antigos que existiam na linha, dando-lhe uma “cara nova” mas mantendo o “esqueleto velho
A situação não é mais grave porque a capacidade técnica e empenho dos trabalhadores da EMEF, tem conseguido reduzir os impactos negativos da falta de investimento na infraestrutura e material circulante da linha de Cascais, mas estes trabalhadores não fazem milagres, quando a empresa é sujeita a constrangimentos imposto pelo governo que dificultam a sua atividade. É a EMEF que garante a qualidade e segurança do material circulante e esta é uma das empresas que o governo quer privatizar, o que contribuirá para agravar a situação.
O que se passa na linha de Cascais é apenas uma parte do problema mais geral, em que o desinvestimento está a conduzir à degradação do serviço prestado, como é o caso da linha do Sado.
Os responsáveis por esta situação são os sucessivos governantes que têm conduzido uma política de destruição do sector público de transportes, com o objetivo de o privatizar pelo mais baixo preço.
Este não é um problema de falta de dinheiro, mas sim de opções, porque o governo tem privilegiado os negócios "swaps", que já absorveram mais dinheiro do que o necessário para fazer a renovação do material circulante na linha de Cascais.
Esta situação é mais um incentivo à utilização do transporte individual, para quem pode recorrer a essa alternativa. Por outro lado, quem não tem essa alternativa não lhe é garantido o seu direito à mobilidade em condições aceitáveis.
É inaceitável que aos utentes seja exigido o pagamento de tarifas elevadas e simultaneamente sejam obrigados a reprogramar as suas deslocações, devido ao desleixo a que a Linha de Cascais tem sido votada durante dezenas de anos.
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos solidariza-se com os Utentes da Linha de Cascais e exige que seja reposto o serviço a que têm direito e que responda ás suas necessidades.
Movimento de Utentes dos Serviços Públicos – MUSP
Lisboa, 20 de janeiro de 2015

20/01/15

As políticas de saúde dos sucessivos governos, matam, efectivamente!


Logo Plataforma de Lisboa
Exmos./as Senhores/as,

O Ministério da Saúde encarregou-se de atribuir aos trabalhadores da saúde a responsabilidade pelos recentes acontecimentos, que a todos deixaram consternados e com preocupação acrescida, quer pelas situações já de si gravíssimas, quer pelas causas que lhes foram atribuídas e com as quais estamos em profundo desacordo.

As mortes verificadas em Serviços de Urgência, que têm vindo a público de forma demasiado recorrente, refletem a displicência com que este governo e os que o antecederam, têm tratado o Serviço Nacional de Saúde.

Para justificar esta afirmação, de forma sustentada em factos, estão os dados fornecidos pela ACSS e que revelam de forma inequívoca o que se continua a passar no SNS.

Desde 2009 saíram do SNS 6100 trabalhadores, provocando um aumento das horas extraordinárias realizadas (em 2014 foram realizadas mais de 8,4 milhões) e, consequentemente um aumento dos ritmos de trabalho, levando a que os serviços prestados tenham uma qualidade que não satisfaz quem os recebe e fica muito aquém da excelência a que os trabalhadores do SNS habituaram os Portugueses.

Para realizar os mais de 8,4 milhões de horas em falta (note-se que este número era de mais de 10 milhões antes da implementação das 40 horas semanais), seria necessária a contratação de mais de 4000 trabalhadores de todas as profissões da saúde.

A questão que se deve colocar perante estes acontecimentos é se o Ministério da Saúde está a fazer o seu trabalho, garantindo a prestação de cuidados de saúde a todos os Portugueses, conforme estabelecido na Constituição da República Portuguesa ou, pelo contrário, se pratica políticas que visam a destruição do SNS, com as nefastas consequências que daí adviriam para toda a população.

Lisboa, 19 de Janeiro de 2015

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS)
Comissão de Utentes da Cidade de Lisboa, Direcção Regional de Lisboa do Sindicato Enfermeiros Portugueses, FARPIL/MURPI, Movimento Democrático de Mulheres, Inter-Reformados CGTP-IN, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, Sindicato Médicos da Zona Sul, Sindicato Trabalhadores das Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, União dos Sindicatos de Lisboa- CGTP-IN

A Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS)

Plataforma Lisboa 2014-01-20
A Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), deu uma Conferência de Imprensa frente ao Ministério da Saúde, dia 19 do mês corrente onde apresentou a sua posição sobre o caos em que vive o Serviço Nacional de Saúde sem capacidade para dar resposta às necessidades da população e anunciou a entrega de uma carta aberta ao Sr. Ministro da Saúde, a distribuição de comunicados à população dia 21 de janeiro e a realização de uma concentração junto ao Hospital Amadora/Sintra dia 29 de janeiro pelas 16,00 horas.

Carta aberta ao Ministro da Saúde


Exmo. Sr. Ministro da Saúde,
Têm vindo a ser denunciados, sucessivos casos de tempos de espera nos Serviços de Urgência manifestamente exagerados, tendo já sido registadas mortes sem que os doentes tivessem sido assistidos, resultantes da situação de rutura a que chegaram muitos serviços do SNS.
Do Ministério da Saúde as justificações multiplicaram-se, procurando transferir responsabilidades quer para a gestão dos hospitais quer até para o pico de frio que assolou o país nessa altura.
Não fosse este um assunto demasiado importante, de verdadeiro interesse público, e poder-se-ia deixar passar os falaciosos argumentos divulgados como tentativa de explicação para o inaceitável: a vida de seres humanos é posta em causa por falta de assistência médica ao mesmo tempo que os técnicos de saúde são confrontados com más condições de trabalho e cada vez mais desvalorizados.
Nos últimos anos, os sucessivos desinvestimentos no SNS conduziram à saída de milhares de profissionais de saúde, à redução do número de camas até de doentes agudos, ao fecho de extensões, centros de saúde e urgências, ao aumento constante das taxas moderadoras, ao mesmo tempo que as condições económicas e de vida dos portugueses se agravaram, factos estes que condicionaram o acesso ao SNS e resultaram numa rápida degradação deste, contrariando o espírito da Constituição da República Portuguesa de um SNS “geral, universal e tendencialmente gratuito”.
Em última análise e com a objetividade que a situação exige, a responsabilidade pela situação caótica nas urgências e mortes por alegada falta de assistência é do seu ministério e a culpa é das políticas que tem posto em prática.
Por tudo o que foi exposto, esta Plataforma afirma a necessidade de mudança de políticas, garantindo a todos os Portugueses o Direito à Saúde, com:
·    Uma gestão que respeite o princípio de equidade e o pleno acesso das pessoas aos cuidados de saúde de qualidade e o estatuto de todos os seus trabalhadores com valorização das carreiras e salários;
·     Reforço dos recursos humanos e equipamentos;
·     O fim das Parcerias Público Privadas (PPP);
·     Alargamento de cuidados continuados;
·   Serviços com mais capacidade de resposta e mais próximos das populações com medidas de reforço dos meios dos Cuidados de Saúde Primários (CSP).

Demita-se, Sr. Ministro!
Lisboa, 19 de janeiro de 2015
PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS)
Comissão de Utentes da Cidade de Lisboa, Direção Regional de Lisboa do Sindicato Enfermeiros Portugueses, FARPIL/MURPI, Movimento Democrático de Mulheres, Inter Reformados CGTP-IN, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, Sindicato Médicos da Zona Sul, Sindicato Trabalhadores das Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, União dos Sindicatos de Lisboa CGTP-IN.

15/01/15

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS


Entrega de Carta Aberta ao Sr. Ministro da Saúde
Dia 19 de janeiro, pelas 11 horas

As políticas de saúde dos sucessivos governos, matam, efetivamente!
 O Ministério da Saúde encarregou-se de atribuir aos trabalhadores da saúde a responsabilidade pelos recentes acontecimentos, que a todos deixaram consternados e com preocupação acrescida, quer pelos acontecimentos, já de si gravíssimos, quer pelas causas que lhes foram atribuídas e com as quais estamos em profundo desacordo.
As mortes verificadas em Serviços de Urgência, que têm vindo a público de forma demasiado recorrente, refletem a displicência com que este governo e os que lhe antecederam, tratam o Serviço Nacional de Saúde.
Para justificar esta afirmação, de forma sustentada em factos, estão os dados fornecidos pela ACSS e que revelam de forma inequívoca o que se continua a passar no SNS.
Desde 2009 saíram do SNS 6100 trabalhadores, provocando um aumento das horas extraordinárias realizadas (em 2014 foram realizadas mais de 8,4 milhões) e, consequentemente um aumento dos ritmos de trabalho, levando a que os serviços prestados tenham uma qualidade que não satisfaz quem os recebe e fica muito aquém da excelência a que os trabalhadores do SNS habituaram os Portugueses.
Para realizar os mais de 8,4 milhões de horas em falta (note-se que este número era de mais de 10 milhões antes da implementação das 40 horas semanais), seria necessária a contratação de mais de 4000 trabalhadores de todas as profissões da saúde.
A questão que se deve impor perante estes acontecimentos é se o ministério da Saúde está a fazer o seu trabalho, garantindo a prestação de cuidados de saúde a todos os Portugueses, conforme é garantido na CRP ou, pelo contrário, pratica políticas que visam a destruição do SNS com as nefastas consequências que daí adviriam para toda a população.
Estaremos junto ao ministério da saúde, no próximo dia 19 de Janeiro, às 11 horas, para entregar uma Carta Aberta ao Ministro da Saúde, divulgar em pormenor esta informação e dar a conhecer as ações de Luta que a Plataforma e as populações estão a organizar para combater esta triste realidade: as políticas de saúde praticadas em Portugal, desde há décadas, matam!
Plataforma Lisboa em Defesa do SNS

13/06/14

1 4 e 21 de Junho - Governo rua!

 
As eleições para o Parlamento Europeu constituíram a maior derrota eleitoral de sempre do PSD e CDS, partidos que apoiam o atual Governo.
Este Governo deixou de ter legitimidade para prosseguir com a sua política de redução dos salários e pensões e com a denominada “Reforma do Estado” que mais não visa do que o despedimento de trabalhadores, a destruição dos serviços públicos e a transformação do direito à saúde, segurança social e educação do povo, num negócio para os grupos económicos e financeiros privados.
Também o Tribunal Constitucional declarou o atual Governo fora da lei ao considerar inconstitucional, mais uma vez, os cortes nos salários, nas pensões e nos subsídios de doença e de desemprego.
Os portugueses pronunciaram-se e derrotaram o Governo.
O Tribunal Constitucional declarou ilegal o Orçamento de Estado de 2014.
O Presidente da República, que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa, e no respeito pela vontade expressa pelo voto dos portugueses, deve demitir o Governo e convocar eleições antecipadas. 

 A degradação da situação política a que estamos a assistir não é bom para a democracia que o 25 de ABRIL consagrou.
É hora de dar a palavra ao POVO.
É hora de ir a VOTOs.
ELEIÇÕES ANTECIPADAS

17/05/14

Ação de protesto dia 21 de Maio pelas 17,30 horas



O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos vai participar na ação de protesto da Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde

dia 21 de Maio  pelas 17,30 horas

Em frente ao Ministério da Saúde
(Av. João Crisóstomo)
contra as últimas medidas do Governo de encerrar mais hospitais e valências hospitalares