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28/04/15

ESTAMOS FARTOS das empresas privadas de transporte

Manif Transportes 2015-04-24
(DE QUE TEMOS O TRISTE EXEMPLO DA SCOTTURB E DA VIMECA, PROPRIEDADE DO GRUPO BRASILEIRO JACOB BARATA)

FARTOS DE PAGAR BEM PARA SER MAL SERVIDOS

Nós até percebemos que a multinacional brasileira que explora a Vimeca e a Scotturb só o faz para ganhar dinheiro, e que ganha mais quanto menos pagar aos trabalhadores, menos serviço prestar e mais caro o cobrar. Percebemos mas estamos fartos de os encher à nossa custa e que os transportes públicos sejam vistos como um negócio mais.

Nos nossos concelhos é mais fácil e mais barato aceder ao transporte pesado de passageiros (CP e Metro), apesar dos colossais investimentos que estes exigem, do que ao transporte rodoviário de passageiros. A situação é particularmente dramática nas concelhos com maior área, mas afecta a todos.

A desarticulação entre horários e o não cumprimento dos fixados, a quase ausência de postos de atendimento, a supressão/redução de carreiras ao fim de semana, os preços exorbitantes, as avarias crónicas, o recolher obrigatório à noite e o elevado número de carreiras fora do passe social intermodal, são algumas das taras da operação privada de transportes que encontramos nestas empresas que se servem de nós em vez de nos servirem. (É verdade que nos últimos anos tem sido levadas para as empresas públicas algumas destas características das empresas privadas, mas isso é porque o Governo as quer privatizar, e é um problema com outro tipo de solução: não voltar a escolher esta gente e esta política para o Governo da República...)
FARTOS DE RECEBER MAL E SER PIOR TRATADOS
Quanto aos trabalhadores a situação ainda é pior. Os seus salários reais diminuem a cada ano, fruto da politíca do governo (saque fiscal, roubo no trabalho suplementar e nocturno, etc) mas igualmente por acção do patrão, que tudo faz para aumentar as margens de lucro e aumentar as suas receitas à custa do pagamento dos trabalhadores.

Mas a situação mais escandalosa prende-se com a liberdade de organização e acção sindical e com a forma como sistematicamente se violam os mais elementares direitos dos trabalhadores da empresa. Exemplo disto foi o facto de, durante largos anos, qualquer motorista que aceitasse ser eleito para uma organização representativa de trabalhadores na Vimeca ver imediatamente trocado o seu serviço por um onde não recebia o acréscimo de 25% pelo agente único. A Scotturb carrega já várias condenações em tribunal, por despedimento ilegítimo, por assédio e perseguição. Uma das práticas que ilustra bem o que é este patronato e está a acontecer neste momento na Scotturb, é a colocação de trabalhadores de «castigo», numa falsa reserva, cortando-lhes o salário dos 25% de agente único e exercendo uma forte coação, enquanto ao mesmo tempo a empresa deixa de realizar carreiras e suprime autocarros por falta de motoristas.

NO DIA 24 DE ABRIL, A «CARAVANA DA LIBERDADE E DA MOBILIDADE» EXIGE DAS CÂMARAS MUNICIPAIS UMA INTERVENÇÃO FIRME

NA DEFESA DE TRABALHADORES E UTENTES

A «caravana da liberdade e da mobilidade» levará o protesto e a luta a cada uma das quatro câmaras municipais das populações de que o Grupo Jacob Barata se serve. A cada autarquia entregaremos um dossier sobre a repressão e a exploração na empresa, e um caderno reivindicativo sobre a melhoria do transporte público.

Na véspera das comemorações do 25 de Abril é importante reafirmar a necessidade de libertar as populações da Amadora, de Cascais, de Sintra e de Oeiras, bem como os trabalhadores da Scotturb e da Vimeca, de libertá-los do Grupo Jacob Barata, da gestão privada das suas empresas e dos seus transportes públicos.
UTENTES AMADORA, CASCAIS, SINTRA E OEIRAS
FECTRANS/STRUP CGTP-IN


21/04/15

Por Melhores Transportes Públicos - Dizer Não às Privatizações

Os últimos cinco anos caracterizaram-se por uma profunda degradação da qualidade da oferta de transportes públicos e pelo maior aumento de sempre no preço dos transportes públicos.
O  objetivo  central  seria  criar  as  melhores  condições  possíveis  para transformar o transporte público num negócio para os grandes grupos económicos, custasse o que custasse aos trabalhadores, aos utentes e ao próprio país.
Como resultado das várias lutas dos trabalhadores e dos utentes, o Governo chega ao final do seu mandato sem as condições que desejava para a privatização e será essa luta que continuará a travar esta intenção antiga.
CONTESTAMOS:

- A nomeação feita pelo Governo de uma Administração comum, denominada “Transportes de Lisboa”, como se tal ato representasse uma fusão das empresas Carris, Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa.

- O processo de reestruturação da Carris, que pretende a separação do serviço de elétricos, ascensores e elevadores do Serviço de Transporte Público para os destinar à atividade turística. Assim, estes serviços serão incluídos na Carristur, cuja pretensão é a privatização.

- O processo de reestruturação do Metro de Lisboa, que implica separar o Material Circulante, a Manutenção e a Exploração Comercial e proceder à privatização.
DENUNCIAMOS:

- A “negociata” em preparação com a concretização de mais uma Parceria Público Privada para a Carris e o Metro de Lisboa, com o público a ficar com todas as despesas e o privado a receber perto de vinte milhões de euros de rendas garantidas.

- As implicações, para os utentes, que estão patentes nos Cadernos de Encargos já conhecidos, pois não só veriam as frotas envelhecer, como sofreriam novas reduções de oferta e novos aumentos de preços.

- O objetivo do Governo que consiste em desenvolver idêntico processo para a Transtejo e Soflusa e que terão as mesmas consequências negativas para utentes.

Apelamos aos Utentes e às Populações para uma crescente mobilização e intervenção na defesa dos transportes públicos, pela urgente interrupção desta política e a reversão das medidas impostas nos últimos anos, que degradaram a oferta, a fiabilidade do sistema e que aumentaram brutalmente os preços.

PARTICIPE:

Dia 22 de Abril, às 10h no Cais do Sodré -

Marcha Contra a Privatização da Carris e do Metro de Lisboa

Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa
e-mail: ceciliasales2008@gmail.com    Telemóvel: 917574730


16/02/15

BENAVENTE: Marcha de Protesto

CUCB 2015-02-22
Clicar na imagem para ampliar

A Comissão de Utentes do Concelho de Benavente inconformada com a actual situação da Saúde no concelho de Benavente convocou uma Marcha de Protesto e Defesa do Serviço Nacional de Saúde e por mais profissionais para o Centro de Saúde de Benavente, para o próximo domingo dia 22 de Fevereiro, com início pelas 10h30 em frente à Santa Casa da Misericórdia, finalizando com uma Concentração Popular pelas 11h30 em frente ao Centro de Saúde de Benavente.
Defender a Saúde é agora! Passa a palavra. 

MARCHA DE PROTESTO 

 COMISSÃO DE UTENTES DO CONCELHO DE BENAVENTE

21/11/14

Marcha Nacional 21 a 25 de Novembro Por uma política de esquerda e soberana

marcha_nov 2014 
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos vai participar na Marcha Nacional promovida pela CGTP-IN: 
Pela rutura da política de direita  
Por uma política de esquerda e soberana

Os Utentes dos Serviços Públicos integram-se na Marcha Nacional nas diversas localidades onde houver iniciativas, com as suas reivindicações próprias: 


Por mais e melhores serviços públicos: 
      Por melhor Saúde Segurança Social e Educação; 
      Por melhor acesso à Justiça; 
   Respeito pelo direito de acesso a serviços públicos essenciais como os transportes e comunicações, a energia e combustíveis, a água e recolha de resíduos sólidos…

Pela reposição dos cortes nos salários, pensões e nas prestações sociais como o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego e outras prestações não contributivas; 

Pela redução da carga fiscal para os trabalhadores e reformados; 

Pelo investimento e desenvolvimento com a criação de postos de trabalho; 

Pelo fim das privatizações e retorno ao SEE das empresas determinantes para o desenvolvimento do país. 

É PRECISO PÔR FIM À EXPLORAÇÃO E AO EMPOBRECIMENTO 

A pretexto da vinda da “Troika” temos assistido a um aumento brutal de impostos fundamentalmente sobre os trabalhadores e pensionistas, reduções de direitos dos trabalhadores, de cortes nos salários, pensões e prestações sociais, a menos escolas e o sistema de ensino a degradar-se, cerceamento do direito de acesso aos cuidados de saúde, ao desmantelamento de tribunais e a negação do acesso à justiça, à privatização e encarecimento de serviços públicos essenciais: de transportes e das comunicações, da energia e dos combustíveis, à água e tratamento de resíduos sólidos. 
Manif Adm Pub 2014-10-31 
O MUSP na Manifestação Nacional da Administração Pública de 31 de outubro de 2014  

O ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2015 CRIA AINDA MAIS IMPOSTOS 

O conjunto das propostas inscritas na proposta de OE para 2015 reforça e aprofunda as desigualdades sociais, o empobrecimento do povo e do país, a destruição dos serviços públicos e a aniquilação das funções sociais do Estado, numa clara opção ideológica e política do governo em benefício evidente dos grandes grupos económicos nacionais e internacionais. 

Em 2015 os portugueses, nomeadamente os trabalhadores e os pensionistas, vão pagar mais impostos (mais 2.006 milhões de euros) e as empresas, por via da redução da taxa de IRC, vão acrescentar aos seus lucros cerca de 892 milhões de euros. 

Quanto à fiscalidade verde apresentada como medida para a proteção do ambiente, mais não é do que um novo imposto indireto e visa, no fundamental, obter mais receita fiscal. Este novo imposto vai encarecer combustíveis, transportes, energia, gás doméstico, tratamento de resíduos, com impacto nos preços da generalidade dos produtos, bens e serviços essenciais. 

Com o pretexto do cumprimento do Tratado Orçamental, aprovado por PSD, CDS-PP e PS, querem impor novos cortes na saúde, na justiça, às autarquias, no investimento público, na proteção social e manter congelados os salários da administração pública (sem devolução na íntegra dos cortes), a generalidade das pensões e reformas, forçar novos despedimentos nos setores públicos, bem como no setor empresarial do Estado. 

Penalizam os trabalhadores e os utentes com a prestação de serviços públicos de menor qualidade.

TODOS NA MARCHA NACIONAL 
POR MAIS E MELHORES SERVIÇOS PÚBLICOS 
POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA 
POR UMA POLÍTICA DE ESQUERDA E SOBERANA 

Movimento de Utentes dos Serviços Públicos