21/04/15

Por Melhores Transportes Públicos - Dizer Não às Privatizações

Os últimos cinco anos caracterizaram-se por uma profunda degradação da qualidade da oferta de transportes públicos e pelo maior aumento de sempre no preço dos transportes públicos.
O  objetivo  central  seria  criar  as  melhores  condições  possíveis  para transformar o transporte público num negócio para os grandes grupos económicos, custasse o que custasse aos trabalhadores, aos utentes e ao próprio país.
Como resultado das várias lutas dos trabalhadores e dos utentes, o Governo chega ao final do seu mandato sem as condições que desejava para a privatização e será essa luta que continuará a travar esta intenção antiga.
CONTESTAMOS:

- A nomeação feita pelo Governo de uma Administração comum, denominada “Transportes de Lisboa”, como se tal ato representasse uma fusão das empresas Carris, Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa.

- O processo de reestruturação da Carris, que pretende a separação do serviço de elétricos, ascensores e elevadores do Serviço de Transporte Público para os destinar à atividade turística. Assim, estes serviços serão incluídos na Carristur, cuja pretensão é a privatização.

- O processo de reestruturação do Metro de Lisboa, que implica separar o Material Circulante, a Manutenção e a Exploração Comercial e proceder à privatização.
DENUNCIAMOS:

- A “negociata” em preparação com a concretização de mais uma Parceria Público Privada para a Carris e o Metro de Lisboa, com o público a ficar com todas as despesas e o privado a receber perto de vinte milhões de euros de rendas garantidas.

- As implicações, para os utentes, que estão patentes nos Cadernos de Encargos já conhecidos, pois não só veriam as frotas envelhecer, como sofreriam novas reduções de oferta e novos aumentos de preços.

- O objetivo do Governo que consiste em desenvolver idêntico processo para a Transtejo e Soflusa e que terão as mesmas consequências negativas para utentes.

Apelamos aos Utentes e às Populações para uma crescente mobilização e intervenção na defesa dos transportes públicos, pela urgente interrupção desta política e a reversão das medidas impostas nos últimos anos, que degradaram a oferta, a fiabilidade do sistema e que aumentaram brutalmente os preços.

PARTICIPE:

Dia 22 de Abril, às 10h no Cais do Sodré -

Marcha Contra a Privatização da Carris e do Metro de Lisboa

Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa
e-mail: ceciliasales2008@gmail.com    Telemóvel: 917574730


20/04/15

Escola Secundária de Alcácer do Sal: Graves danos no estabelecimento de Ensino

CCULA-ESAS1
CCULA-ESAS2
 
Clicar nas imagens para ampliar 

Novo Secretariado do MUSP SANTARÉM

musp santarém ed3 
musp sec santarém 2015 
Clicar na imagem para ampliar
musp santarém ed1 
A primeira reunião é a 28 de Abril, às 20,30 horas, na União de Sindicatos de Santarém.
Serão eleitos os coordenadores, formados os Grupos de Trabalho e calendarizadas as primeiras iniciativas. 
 

14/04/15

Movimento de Utentes da Saúde diz que a situação se agrava a cada dia

MUSP Logo
A prestação de cuidados de saúde públicos agrava-se e os relatórios feitos são irrealistas, afirma Manuel Villas-Boas do Movimento de Utentes da Saúde.  
Segundo analistas as "mudanças no setor hospitalar" em Portugal e a "otimização de custos" permitiram poupanças
8/4/2015 - FILIPE FARINHA/LUSA
 
O Movimento de Utentes da Saúde defendeu esta quarta-feira que a situação se agrava a cada dia para quem recorre ao serviço de cuidados públicos e considerou que relatórios feitos sem ouvir todas as partes resultam em “falta de realismo”.  
O Comité de Política Social da União Europeia elogiou as mudanças feitas em Portugal na saúde e nas pensões de reforma, apesar de contrapor a necessidade de garantir uma adequada cobertura da assistência social.  
Questionado pela agência Lusa sobre as reformas na saúde, Manuel Villas-Boas, do Movimento de Utentes, afirmou: “Aquilo que verificamos em Portugal é que a situação se agrava, e é curioso porque ainda ontem (terça-feira) tivemos oportunidade, e hoje também, de assistir a protestos das populações porque umas não têm médico de família, outras tinham o Centro de Saúde a funcionar, mas deixou de funcionar por falta de médicos”.  
A análise da aplicação das recomendações específicas do Conselho Europeu de 2014, no âmbito dos Programas Nacionais de Reforma, foi disponibilizada na noite de terça-feira pela Direção-Geral de Saúde (DGS), na internet.  
Dá ideia que as pessoas que fizeram esse relatório não andaram no terreno a ver aquilo que efetivamente se passa”, criticou o representante dos utentes.  
De acordo com os relatores, a reforma do sistema de saúde “continua a produzir resultados”. A DGS adiantou que a avaliação decorreu nos dias 24 a 26 de março, na Comissão Europeia, em sede conjunta do Comité de Proteção Social e do Grupo de Alto Nível de Saúde Pública do Conselho Europeu.
Manif Saúde Portimão
Pode vir o senhor ministro da Saúde dizer que está tudo bem, mas o que é certo é que ainda ontem se mostrou muito constrangido relativamente a uma estatística do INE que nos dizia que, em 10 anos, os serviços de urgência nos centros de saúde passaram de 276 para 94 unidades e portanto não percebo como é que um relatório de um organismo responsável da União Europeia pode passar por cima destas dificuldades todas sem uma palavra”, acrescentou.  
Os utentes querem ser ouvidos quando estiverem em causa avaliações aos serviços públicos, contrapondo que se essa informação não for recolhida os relatórios não refletem toda a realidade, mas apenas um lado, que “será o mais conveniente”.  
No entendimento dos analistas, da situação portuguesa — Dinamarca e Comissão Europeia — as “mudanças no setor hospitalar” e a “otimização de custos” permitiram poupanças.  
Não vamos à situação real do sistema de saúde em Portugal e aí é que deviam incidir os cuidados”, disse Manuel Villas-Boas. As principais medidas apontadas neste trabalho foram progressos na reforma hospitalar, racionalização de custos operacionais, centralização de aquisições, a publicação de Normas de Orientação Clínica que incluem análise de custos, a aplicação de um sistema de avaliação de tecnologias da saúde, o combate à fraude, o aumento de adesão dos médicos e doentes aos medicamentos genéricos, com a DGS a especificar o acordo celebrado entre o Ministério da Saúde e a indústria farmacêutica para baixar o custo dos medicamentos. 
Agência Lusa

08/04/15

Encontro com a população dia 18 de Abril

CUASSAV
CONVITE À POPULAÇÃO
Alto Seixalinho, Santo André e Verderena

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos da U.F. Alto Seixalinho, Santo André e Verderena, realiza encontro com a população na Comissão de Moradores do Bairro 3, Alto Seixalinho, dia 18 de Abril às 15H. a fim de a ouvir sobre o Serviço Nacional de Saúde prestado na nossa união de freguesias. 
Com o encerramento do C. Saúde Bocage deslocou para o C. Saúde de Santo André os mais de 15000 utentes provocando a deslocação de utentes desta localidade para Santo António, alterando a vida dos utentes no seu todo. 
Convidamos a população a discutir os problemas que nos afetam diariamente como:
  • Porque não temos médico de família e enfermeiro de família no seu centro de Saúde?
  • Porque temos de estar às 6 h da madrugada para marcar uma consulta?
  • Porque muitos utentes deixaram de ir às consultas e muitos outros não compram os medicamentos?
  • Porque se espera meses pelas consultas?
  • Porque chegou o Hospital ao estado intolerável, indigno e perigoso que hoje conhecemos? 
  • Para quando a construção do Centro de Saúde no Alto Seixalinho?
Muitos porquês que merecem resposta Apelamos à participação activa da população para discutir, denunciar e lutar contra estes atentados à dignidade, e aos direitos dos cidadãos aos cuidados de Saúde. 
CUSPAS – Comissão de Utentes dos Serviços Públicos da União de Freguesias Alto Seixalinho, Santo André e Verderena

07/04/15

Centros Hospitalares proibidos de pagar salários?

Paulo Macedo DN
Clicar na imagem para visualizar a ligação
Nota da CUSMT: 
Apesar do CHMT não estar incluído na lista dos quatro Centros Hospitalares indicados, não nos inibe de escrever: "ISTO É DE LOUCOS!" O Governo está a considerar a vida e a dignidade humanas como parafusos ou outro produto empresarial. 
E, ainda, duas perguntas: porque não demitem os Conselhos de Administração ou se demite o Governo, já que foi este que nomeou os dirigentes hospitalares? Terá sido algum informático a redigir a nova versão da Lei dos Compromissos? (Nos últimos tempos têm sido eles os bodes expiatórios para todas as trapalhadas governamentais).