15/05/18

ALGARVE: Lagos precisa de hospital que custa menos de 0,004% dos juros da dívida pública

https://www.abrilabril.pt/nacional/lagos-precisa-de-hospital-que-custa-menos-de-0004-dos-juros-da-divida-publica

Os utentes da Saúde de Lagos exigiram a construção de um novo hospital no concelho numa tribuna pública, este sábado. Os juros da dívida pública de 2018 pagavam 260 hospitais idênticos.

«Há cerca de 20 anos que o hospital de Lagos tem vindo a ser prejudicado na capacidade de prestação de serviços», denuncia a Assembleia Municipal de Lagos

A iniciativa serviu para divulgar uma petição pública promovida pela Assembleia Municipal de Lagos por proposta da CDU (PCP-PEV), dirigida à Assembleia da República e que defende a construção do «novo Hospital de Lagos», que chegou a estar prevista há cerca de uma década pelo Ministério da Saúde.
A nova unidade hospitalar, segundo noticiou em Janeiro o Correio da Manhã, tinha, então, um custo de construção estimado de 27 milhões de euros, um valor 260 vezes inferior ao que o Governo estima pagar em juros durante este ano.
Na moção aprovada por unanimidade pelos participantes na acção dinamizada pela Comissão de Lagos dos Utentes do Serviço Nacional de Saúde, é relembrada a degradação das condições em que são prestados os cuidados de saúde na actual unidade hospitalar, fruto do desinvestimento dos últimos 20 anos. Isto apesar, relembram os utentes, do «progressivo aumento de residentes» e da procura turística nos três concelhos da área de influência do hospital (Aljezur, Lagos e Vila do Bispo).
Já no ano passado tinha sido aprovada por unanimidade uma moção na Assembleia Municipal de Lagos, também por proposta da CDU, a exigir a inclusão da verba para a construção do novo hospital no Orçamento do Estado para 2018. Apesar de ter sido dado conhecimento à Assembleia da República e ao Governo, isso não se veio a verificar.

MARGEM SUL: Comissão Utentes Transportes Margem Sul denuncia problemas transportes fluviais


Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul comemorando o 25 de Abril e denunciando os problemas nos transportes fluviais entre as duas margens do Tejo.
Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul
Não podemos esperar por 2020, queremos respostas JÁ!
Distribuição na Comemoração do 25 de Abril.

OESTE: Utentes contra supressão dos inter-regionais entre Coimbra e Caldas da Rainha

A Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste considera inaceitável que a CP equacione a supressão dos comboios inter-regionais entre Caldas da Rainha e Coimbra e vice-versa, a partir de 1 de Junho.



«A medida irá inevitavelmente agravar ainda mais a grave situação deste eixo ferroviário, sujeito a recorrentes supressões nos horários das ligações regionais, desde o início de 2017», refere num comunicado divulgado, esta segunda-feira, em resposta às «alterações estruturais à actual  oferta, que implicam a eliminação de algumas das ligações existentes e criação de novas ligações», anunciadas também ontem pela CP.
Para a Comissão para a Defesa da Linha do Oeste, a supressão pode significar   «maisuma machadada na Linha do Oeste, no que toca ao número de passageiros que a utilizam».
Acrescenta este grupo de utentes que, além do «desconforto da mudança de composição», a supressão dos comboios inter-regionais e a sua substituição por uma ligação das Caldas a Bifurcação de Lares, ou vice-versa, representará um aumento do tempo de percurso, favorecendo o transporte rodoviário de passageiros, «que até aqui não competia em tempo e preço do serviço, com o comboio». 
A comissão anuncia que brevemente irá entregar na Assembleia da República a petição lançada no mês de Fevereiro, com mais de quatro mil assinaturas, a exigir que o Governo e a CP tomem urgentes medidas para a aquisição de novas composições ferroviárias para a Linha do Oeste.
«É imperioso que no imediato seja reforçada a luta em defesa deste troço ferroviário, pela sua requalificação e modernização», lê-se no texto.
Dentro de dias, a Comissão para a Defesa da Linha do Oeste prevê divulgar ainda a realização de uma acção de luta contra a medida e apela a que autarcas, deputados, agentes económicos, sociais e culturais e população em geral «se manifestem pelas mais variadas formas».
Em 2011, o governo do PSD e do CDS-PP manifestou a intenção de acabar com o transporte de passageiros entre as Caldas da Rainha (Leiria) e a Figueira da Foz (Coimbra), mas foi travado graças aos protestos das populações servidas pelo comboio.
https://www.abrilabril.pt/local/utentes-contra-supressao-dos-inter-regionais-entre-coimbra-e-caldas-da-rainha

10/05/18

SANTARÉM: presença dos utentes no 1º. Maio


MÉDIO TEJO: Melhoras as urgências hospitalares!


Petição pela redução do preço do gás de botija!

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89351

Ver Petição Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Pela redução do preço do gás de botija!

Para: Excelentíssimo Sr. Presidente da Assembleia da República

Portugal é o país da UE onde o preço do gás de botija é mais elevado, bastando como exemplo o caso de Espanha, onde os rendimentos das famílias são substancialmente superiores, e o mesmo produto é quase 10 € mais barato.

Cerca de 75% das famílias portuguesas consomem este tipo de gás sem a possibilidade de soluções alternativas. Acresce que o gás de botija é taxado com 23% de IVA enquanto o gás natural tem 6% de IVA.

Constata-se que as famílias portuguesas estão directamente a contribuir para os lucros dos grandes fornecedores de um serviço indispensável à grande maioria da população portuguesa.

No Orçamento de Estado de 2017 foi aprovada uma norma que implica a tomada de medidas, por parte do Governo, para a redução do preço de gás de botija (o seu custo é praticamente o dobro do gás natural canalizado).

Assim, os abaixo assinados exigem ao Governo:

• A concretização de um regime de regulação com adopção de preços máximos para o gás butano e propano.
• Que o gás de botija passe a ser tarifado com IVA à taxa de 6%.

26/04/18

PORTO: participação nas manifestação popular 25 abril


O MUSP - Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, esteve na rua neste 25 de Abril.
Desta vez em defesa do Serviço Nacional de Saúde. Um serviço público que enfrenta problemas que têm que ser resolvidos. Grande parte, consequência do desinvestimento a que os últimos governos votaram a Saúde e que o actual ainda não conseguiu inverter.