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28/03/15

Trabalhadoras em protesto por melhores condições de trabalho e para utentes

Manif Fátima 2015-03-29
As trabalhadoras do Centro de Deficientes Profundos João Paulo II, em Fátima, estiveram esta manhã em protesto à porta da instituição por melhores condições de trabalho e melhores condições para os utentes da instituição.
O protesto à porta do Centro Social aconteceu enquanto no interior das instalações decorria uma reunião da assembleia geral da União das Misericórdias de Portugal.
As principais reivindicações das trabalhadoras em protesto e do  Sindicato do Comércio, Serviços e Escritórios de Portugal (CESP) que as representa, foram no sentido de a instituição cumprir de imediato com o pagamento do salário mínimo, o pagamento do subsídios de turno e para que trabalhadoras com o horário semanal de 37 horas passem a ser consideradas trabalhadores a tempo inteiro, assim como lhe sejam atribuídos dois dias de folga semanal, direitos esses previstos pela  contratação coletiva e que não estão a ser cumpridos atualmente pela instituição.
As trabalhadoras e o CESP alertam ainda para a necessidade de melhores condições para os utentes do Centro João Paulo II.
No final do protesto ficou decidido que a luta iria continuar e que o próximo passo será enviar uma carta aberta a todos os provedores da União das Misericórdias de Portugal.
Em resposta, e em declarações à agência Lusa, Carlos Andrade, membro do secretariado nacional da União das Misericórdias Portuguesas, garantiu que “a relação com os trabalhadores cumpre todas as regras”, não havendo queixas na Autoridade para as Condições do Trabalho ou no Tribunal do Trabalho.
O responsável acrescentou que apenas houve um pedido do sindicato para uma reunião de trabalhadores à mesma hora do protesto, o que não foi possível atender.

21/11/14

Marcha Nacional 21 a 25 de Novembro Por uma política de esquerda e soberana

marcha_nov 2014 
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos vai participar na Marcha Nacional promovida pela CGTP-IN: 
Pela rutura da política de direita  
Por uma política de esquerda e soberana

Os Utentes dos Serviços Públicos integram-se na Marcha Nacional nas diversas localidades onde houver iniciativas, com as suas reivindicações próprias: 


Por mais e melhores serviços públicos: 
      Por melhor Saúde Segurança Social e Educação; 
      Por melhor acesso à Justiça; 
   Respeito pelo direito de acesso a serviços públicos essenciais como os transportes e comunicações, a energia e combustíveis, a água e recolha de resíduos sólidos…

Pela reposição dos cortes nos salários, pensões e nas prestações sociais como o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego e outras prestações não contributivas; 

Pela redução da carga fiscal para os trabalhadores e reformados; 

Pelo investimento e desenvolvimento com a criação de postos de trabalho; 

Pelo fim das privatizações e retorno ao SEE das empresas determinantes para o desenvolvimento do país. 

É PRECISO PÔR FIM À EXPLORAÇÃO E AO EMPOBRECIMENTO 

A pretexto da vinda da “Troika” temos assistido a um aumento brutal de impostos fundamentalmente sobre os trabalhadores e pensionistas, reduções de direitos dos trabalhadores, de cortes nos salários, pensões e prestações sociais, a menos escolas e o sistema de ensino a degradar-se, cerceamento do direito de acesso aos cuidados de saúde, ao desmantelamento de tribunais e a negação do acesso à justiça, à privatização e encarecimento de serviços públicos essenciais: de transportes e das comunicações, da energia e dos combustíveis, à água e tratamento de resíduos sólidos. 
Manif Adm Pub 2014-10-31 
O MUSP na Manifestação Nacional da Administração Pública de 31 de outubro de 2014  

O ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2015 CRIA AINDA MAIS IMPOSTOS 

O conjunto das propostas inscritas na proposta de OE para 2015 reforça e aprofunda as desigualdades sociais, o empobrecimento do povo e do país, a destruição dos serviços públicos e a aniquilação das funções sociais do Estado, numa clara opção ideológica e política do governo em benefício evidente dos grandes grupos económicos nacionais e internacionais. 

Em 2015 os portugueses, nomeadamente os trabalhadores e os pensionistas, vão pagar mais impostos (mais 2.006 milhões de euros) e as empresas, por via da redução da taxa de IRC, vão acrescentar aos seus lucros cerca de 892 milhões de euros. 

Quanto à fiscalidade verde apresentada como medida para a proteção do ambiente, mais não é do que um novo imposto indireto e visa, no fundamental, obter mais receita fiscal. Este novo imposto vai encarecer combustíveis, transportes, energia, gás doméstico, tratamento de resíduos, com impacto nos preços da generalidade dos produtos, bens e serviços essenciais. 

Com o pretexto do cumprimento do Tratado Orçamental, aprovado por PSD, CDS-PP e PS, querem impor novos cortes na saúde, na justiça, às autarquias, no investimento público, na proteção social e manter congelados os salários da administração pública (sem devolução na íntegra dos cortes), a generalidade das pensões e reformas, forçar novos despedimentos nos setores públicos, bem como no setor empresarial do Estado. 

Penalizam os trabalhadores e os utentes com a prestação de serviços públicos de menor qualidade.

TODOS NA MARCHA NACIONAL 
POR MAIS E MELHORES SERVIÇOS PÚBLICOS 
POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA 
POR UMA POLÍTICA DE ESQUERDA E SOBERANA 

Movimento de Utentes dos Serviços Públicos