19/03/15

CIRCULAR NO DISTRITO DE SANTARÉM: mais difícil, mais caro e com menos segurança


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Não se pode falar em qualidade de vida e desenvolvimento socioeconómico do Distrito se este não permitir a circulação, com qualidade, da população e de bens e serviços. A degradação progressiva de infra-estruturas e a colocação de obstáculos economicistas tem prejudicado, e muito, a população e actividade económica.  

ESTRADAS DE PORTUGAL/GOVERNO, em modo eleitoral, não resolvem nada agora, mas prometem um futuro cheio de obras nos próximos anos. São muitas as vias rodoviárias que, há anos, estão quase sem condições de circular (p. e. alguns troços da EN3, EN 361, acesso a Santarém…), pontes que não respondem às necessidades de travessia do Tejo (Constância, Chamusca, D. Amélia), havendo sempre uma ou mais em manutenção. O plano apresentado pelo Governo apenas promete algumas soluções para o próximo ano e seguintes. Até lá, que sofram os utentes…

Está na hora de reacender a luta contra as PORTAGENS! Na divulgação de muitas medidas de “reorganização” dos serviços públicos não se assumem os impactos negativos, nos discursos só se anunciam vantagens. Escondem objectivos e consequências.

Está em curso uma manobra de fazer passar a ideia de que as portagens na A23 e A13 vão baixar de preço, quando na verdade elas irão aumentar porque, pretendem acabar com os troços não pagos. Para além dos problemas ambientais e de segurança rodoviária, com o desvio do trânsito para vias urbanas, tal situação provoca prejuízos evidentes para os trabalhadores e agentes económicos.

Nos TRANSPORTES PÚBLICOS, para além do grande aumento dos títulos de transporte, obra deste Governo, os utentes constatam uma significativa redução da oferta (menos circuitos e menos horários) a nível regional e urbano. Casos há em que, na ausência de transporte próprio, muitos cidadãos ficam prejudicados ou impossibilitados de aceder a muitos serviços ou a actividades profissionais.

Esta situação piora com o agravamento das condições financeiras das famílias e com a “centralização”/encerramento de muitos serviços públicos. O acesso a cuidados de saúde e a serviços judiciais são um exemplo gritante.

São precisas novas políticas que defendam os cidadãos, a sua actividade profissional e económica e a sua qualidade de vida.
                                                                      
                                                      O Secretariado MUSP SANTARÉM

18.3.2015

18/03/15

PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!

Comissões no chmt 2015-03-18 
 
Muitos milhares (19 094 - DEZANOVE MIL E NOVENTA E QUATRO) de cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funcionamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.

Os milhares de cidadãos que deram corpo a esta iniciativa, constatam que as sucessivas “reorganizações” do Centro Hospitalar do Médio Tejo e dos Centros de Saúde (integrados no ACES Médio Tejo), trouxeram mais sofrimento e ansiedade a cada vez mais pessoas na Região. Piorou o acesso aos cuidados de saúde, a concentração de serviços não correspondeu a mais qualidade, as distâncias que doentes e familiares têm de percorrer implicam mais sofrimento físico e mais despesas.

Nas últimas semanas, todos estão preocupados com os tempos de espera no serviço de urgências do CHMT, fruto da má organização das urgências e da descoordenação com os cuidados primários, que nuns locais encerraram os serviços e noutros não têm horários compatíveis com a actividade da população. A maior parte dos centros de saúde não tem médicos em número suficiente para dar resposta aos utentes em termos de cuidados de saúde de proximidade.


Nos próximos dias iremos fazer chegar as assinaturas ao Ministro da Saúde e será dado conhecimento aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República e aos autarcas da vontade clara e objectiva da população da região. Também de imediato vamos entregar um documento sobre esta matéria ao Presidente do Conselho de Administração do CHMT, pedindo uma reunião para estudar a forma de concretização das propostas da população.

As estruturas de utentes do Médio Tejo 

Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo 
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Abrantes
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Constância
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Tomar
Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Conc de Torres Novas

Médio Tejo, 17.3.2015

12/03/15

PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM A VONTADE DAS POPULAÇÕES!

CUSMT 2015-03-11
Mais de 17000 (DEZASSETE MIL) cidadãos do Médio Tejo assinaram um documento em que se coloca como pedra mestra da organização dos cuidados hospitalares e de saúde no CHMT (hospitais de Abrantes, Tomar, Torres Novas) um melhor funciamento da urgência e a existência da medicina interna, pediatria e cirurgia nas três unidades e o desenvolvimento das especialidades já existentes em articulação com os cuidados de saúde primários/centros de saúde.

As estruturas de utentes do Médio Tejo, promotores do Abaixo-assinado, convocam uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, para dia 17 de Março próximo, às 17,30 horas, frente ao Hospital de Torres Novas, para apresentação pública das assinaturas e dar conta dos contactos entretanto realizados com diversas entidades.

 CUSMT 2015-03-11 1

A seguir à Conferencia de Imprensa procederemos à entrega de cópia do Abaixo-assinado à Administração do CHMT.
                                       
As estruturas de utentes do Médio Tejo

Médio Tejo, 11.3.2015

11/03/15

Participação na Manifestação da CGTP - Porto

Manifestação dia 7 Março - Porto
Utentes dos transportes públicos do Porto participaram na manifestação de 7 de março promovida pela CGTP-IN e reclamaram contra a privatização do STCP e Metro do Porto.