15/05/18

MARGEM SUL: Comissão Utentes Transportes Margem Sul denuncia problemas transportes fluviais


Comissão de Utentes dos Transportes da Margem Sul comemorando o 25 de Abril e denunciando os problemas nos transportes fluviais entre as duas margens do Tejo.
Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul
Não podemos esperar por 2020, queremos respostas JÁ!
Distribuição na Comemoração do 25 de Abril.

OESTE: Utentes contra supressão dos inter-regionais entre Coimbra e Caldas da Rainha

A Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste considera inaceitável que a CP equacione a supressão dos comboios inter-regionais entre Caldas da Rainha e Coimbra e vice-versa, a partir de 1 de Junho.



«A medida irá inevitavelmente agravar ainda mais a grave situação deste eixo ferroviário, sujeito a recorrentes supressões nos horários das ligações regionais, desde o início de 2017», refere num comunicado divulgado, esta segunda-feira, em resposta às «alterações estruturais à actual  oferta, que implicam a eliminação de algumas das ligações existentes e criação de novas ligações», anunciadas também ontem pela CP.
Para a Comissão para a Defesa da Linha do Oeste, a supressão pode significar   «maisuma machadada na Linha do Oeste, no que toca ao número de passageiros que a utilizam».
Acrescenta este grupo de utentes que, além do «desconforto da mudança de composição», a supressão dos comboios inter-regionais e a sua substituição por uma ligação das Caldas a Bifurcação de Lares, ou vice-versa, representará um aumento do tempo de percurso, favorecendo o transporte rodoviário de passageiros, «que até aqui não competia em tempo e preço do serviço, com o comboio». 
A comissão anuncia que brevemente irá entregar na Assembleia da República a petição lançada no mês de Fevereiro, com mais de quatro mil assinaturas, a exigir que o Governo e a CP tomem urgentes medidas para a aquisição de novas composições ferroviárias para a Linha do Oeste.
«É imperioso que no imediato seja reforçada a luta em defesa deste troço ferroviário, pela sua requalificação e modernização», lê-se no texto.
Dentro de dias, a Comissão para a Defesa da Linha do Oeste prevê divulgar ainda a realização de uma acção de luta contra a medida e apela a que autarcas, deputados, agentes económicos, sociais e culturais e população em geral «se manifestem pelas mais variadas formas».
Em 2011, o governo do PSD e do CDS-PP manifestou a intenção de acabar com o transporte de passageiros entre as Caldas da Rainha (Leiria) e a Figueira da Foz (Coimbra), mas foi travado graças aos protestos das populações servidas pelo comboio.
https://www.abrilabril.pt/local/utentes-contra-supressao-dos-inter-regionais-entre-coimbra-e-caldas-da-rainha

10/05/18

SANTARÉM: presença dos utentes no 1º. Maio


MÉDIO TEJO: Melhoras as urgências hospitalares!


Petição pela redução do preço do gás de botija!

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89351

Ver Petição Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Pela redução do preço do gás de botija!

Para: Excelentíssimo Sr. Presidente da Assembleia da República

Portugal é o país da UE onde o preço do gás de botija é mais elevado, bastando como exemplo o caso de Espanha, onde os rendimentos das famílias são substancialmente superiores, e o mesmo produto é quase 10 € mais barato.

Cerca de 75% das famílias portuguesas consomem este tipo de gás sem a possibilidade de soluções alternativas. Acresce que o gás de botija é taxado com 23% de IVA enquanto o gás natural tem 6% de IVA.

Constata-se que as famílias portuguesas estão directamente a contribuir para os lucros dos grandes fornecedores de um serviço indispensável à grande maioria da população portuguesa.

No Orçamento de Estado de 2017 foi aprovada uma norma que implica a tomada de medidas, por parte do Governo, para a redução do preço de gás de botija (o seu custo é praticamente o dobro do gás natural canalizado).

Assim, os abaixo assinados exigem ao Governo:

• A concretização de um regime de regulação com adopção de preços máximos para o gás butano e propano.
• Que o gás de botija passe a ser tarifado com IVA à taxa de 6%.

26/04/18

PORTO: participação nas manifestação popular 25 abril


O MUSP - Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, esteve na rua neste 25 de Abril.
Desta vez em defesa do Serviço Nacional de Saúde. Um serviço público que enfrenta problemas que têm que ser resolvidos. Grande parte, consequência do desinvestimento a que os últimos governos votaram a Saúde e que o actual ainda não conseguiu inverter.

25/04/18

TORRES NOVAS: as farmácias são precisas nas zonas rurais


COIMBRA: luta começa a dar resultados no IP 3

https://www.penacovactual.pt/2018/04/acessibilidades-investimento-na.html

ip3

ALGARVE: obras na 125, precisam-se!


Afinal, a culpa de ainda não haver obras na EN125 não é do Tribunal de Contas



Buracos na EN125, em Altura – Foto: Fabiana Saboya|Sul Informação
Afinal, a culpa de não avançarem as obras na EN125, no troço entre Olhão e Vila Real de Santo António, não é do Tribunal de Contas. Numa recente reunião em Lisboa, com a presença do Movimento de Cidadania dos Utentes da EN125 -Sotavento e dos autarcas de Castro Marim e Vila Real de Santo António, José Farinha Tavares, diretor do TC, garantiu que este organismo aguarda, desde 28 de Março, uma resposta da Infraestruturas de Portugal sobre o processo. 
Esta questão do Tribunal de Contas foi, por várias vezes, a desculpa dada pelo Governo para as obras não avançarem. Hugo Pena, um dos rostos do movimento de cidadania, esteve presente nesta reunião, no passado dia 10 de Abril, em conjunto com Francisco Amaral, presidente da Câmara de Castro Marim, e Luís Romão, vice-presidente da Câmara de VRSA, e considera que essa questão está agora esclarecida.
Entretanto, com o Governo pressionado pelas críticas que têm chegado de todos os lados, o secretário de Estado das Infraestruturas vai estar amanhã na Câmara Municipal de Tavira, para apresentar à Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) «os programas para as obras de emergência e estruturais da EN125 entre Olhão e Vila Real de Santo António».
Hugo Pena, do Movimento de Cidadania, contou ao nosso jornal que, na reunião em Lisboa com o presidente do TC, foi explicado que o processo do pedido de fiscalização prévia para a alteração do contrato da subconcessão do Algarve Litoral só deu entrada a 27 de Outubro de 2017. O Tribunal de Contas teria 30 dias para se pronunciar sobre o assunto.
«Passados uns dias, em Novembro, o Tribunal de Contas devolveu-o à Infraestruturas de Portugal, dizendo que não estava preparado e tinha de estar noutros moldes», contou Hugo Pena ao Sul Informação. Esse pedido de esclarecimentos pára a contagem do relógio, ou seja, interrompe o prazo de 30 dias do TC.
Mas as respostas da IP só chegaram ao Tribunal já a 14 de Março deste ano. Só que, a 28 de Março, o Tribunal de Contas voltou a pedir esclarecimentos à Infraestruturas de Portugal e até agora… está à espera.
Quando as respostas chegarem, o Tribunal de Contas terá então 20 dias para decidir se o visa (aprova) o processo ou não, podendo haver a necessidade de pedir mais esclarecimentos.
Outra questão importante, revelada por Hugo Pena ao nosso jornal, é que, nesta reunião, foi esclarecido que antes de 2017 não entrou nenhum processo no Tribunal de Contas referente a esta alteração do contrato da subconcessão do Algarve Litoral, para as obras no troço Sotavento da EN125.
Ou seja, antes de Outubro do ano passado não tinham ainda começado os primeiros passos para as obras na EN125 avançarem, apesar de Pedro Marques, ministro do Planeamento de Infraestruturas, até ter vindo ao Algarve em Janeiro do ano passado anunciar que as primeiras intervenções, no troço entre Olhão e Vila Real de Santo António, arrancariam… no terceiro trimestre de 2017.
Esta semana, em entrevista ao Sul Informação, Conceição Cabrita, presidente da Câmara de VRSA, classificou a EN125 como «uma estrada que não é nada». «Que cartão de visita temos nós para as nossas praias e para as nossas terras? Só uma estrada esburacada e de terceiro mundo», criticou.
A autarca vilarrealense revelou que, numa reunião de há alguns meses, onde esteve presente com o seu colega autarca Francisco Amaral, a empresa Infraestruturas de Portugal garantiu que a culpa de as obras não avançarem era do… Tribunal de Contas.
O Sul Informação tentou obter mais esclarecimentos junto da Infraestruturas de Portugal, mas não obteve qualquer resposta até ao momento.
Na semana passada, o «estado calamitoso» da EN125 no Sotavento motivou uma tertúlia que contou com a presença dos deputados eleitos pelo Algarve: José Carlos Barros, pelo PSD, Luís Graça, pelo PS, João Vasconcelos, pelo BE, Vítor Hugo Palma, representante do CDS por impossibilidade da deputada Teresa Caeiro, e ainda Paulo Neto, em representação do deputado Paulo Sá (CDU).
Todos os deputados mostraram indignação pelo estado daquela estrada nacional e tomaram a posição unânime de estarem do lado do Movimento, apoiá-lo em tudo o que for necessário e fazer todos os possíveis para que se agilize ao máximo a audição e a discussão em plenário na Assembleia da República, para que a tão desejada requalificação deixe de ser um desejo e passe a ser uma certeza.