09/06/18

BEIRAS contra as portagens: Plataforma marca novas ações de protesto por causa das portagens no Interior

https://www.jornaldocentro.pt/online/regiao/portagens-na-a25-e-a24-baixam-30-por-cento-mas-so-nos-camioes/
A Plataforma Para a Reposição das Scut na A23 e A25 defendeu hoje que os descontos setoriais não correspondem às "reais necessidades" de desenvolvimento do Interior e anunciou a realização de mais três marchas lentas.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a Plataforma reagiu às notícias que dão conta da intenção do Governo de aprovar uma eventual redução em 30% do preço das portagens nas antigas Scut do Interior, incluindo a A23 e A25, mas apenas para os transportes pesados de mercadorias.
"Face a estas notícias, a Plataforma torna pública a sua posição de que os descontos setoriais não correspondem às reais necessidades de desenvolvimento do Interior", lê-se no documento.
Reafirmam ainda a sua posição de reivindicação pela reposição das vias sem custos para o utilizador (scut) e adiantam que estão em total consonância com a posição tomada pela Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP), quando afirma que não pode haver portagens porque não há alternativas, nem para os transportes das empresas, nem para a população em geral.
"As portagens foram responsáveis por insolvências e desemprego, e constituem um travão ao desenvolvimento desta região despovoada e em contínuo processo de definhamento económico e social", sustentam.
Neste âmbito, a Plataforma sublinha que não vê outra alternativa que não seja continuar o processo de iniciativas pela reposição das scut e marcou já para os próximos dias novas ações de protesto, que vão decorrer no dia 14, na Covilhã, dia 22, em Castelo Branco, e dia 25, no Fundão.
Vão ainda solicitar, com caráter de urgência, audiências ao Presidente da República, à Comissão de Economia e ao Conselho Intermunicipal das Comunidades intermunicipais das Beiras e Serra da Estrela e da Beira Baixa.
Por último, decidiu marcar presença visível nas galerias da Assembleia da República, no dia que forem discutidas as propostas de resolução para a eliminação das portagens.
A Plataforma de Entendimento para a Reposição das Scut na A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, nomeadamente a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

TORRES NOVAS: protesto contra degradação da EN3


MARGEM SUL: utentes apelam ao envolvimento autarquia de Almada na defesa de melhores transportes

Nota à Comunicação Social
Utentes apelam à autarquia de Almada que se junte à reivindicação por melhores transportes
Recebida pela Assembleia Municipal de Almada, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul apelou à autarquia que se junte à reivindicação pela melhoria do serviço público de transportes.
Por solicitação da Assembleia Municipal de Almada, a Comissão de Utentes de Transportes de Transportes da Margem Sul (CUTMS) foi recebida, no passado dia 21 de Maio, pelos deputados municipais da 6.ª Comissão, sobre a situação do transporte fluvial.
Nessa reunião os utentes tiveram a oportunidade de apresentar algumas das questões que os preocupam no serviço prestado pela Transtejo, a saber:
- a supressão de ligações entre a Trafaria, Porto Brandão e Belém que entre 30 de Março e o dia 21 de Maio já teve mais de 25 dias com a supressão de ligações previstas, causando um imenso transtorno aos utentes e prejudicando gravemente a atractividade daquele transporte. Os utentes questionaram ainda porque é que, na impossibilidade de se utilizarem os cais de Belém ou da Trafaria, não se informam os utentes e não se usam provisoriamente os cais do Cais-do-Sodré ou de Cacilhas.
- as más condições dos cais de embarque de Cacilhas (frio, sujo e com constantes avarias na porta mecânica) e da Trafaria (com a instabilidade do piso, devido à erosão provocada pelas marés);
- as condições no interior da maior parte das embarcações, que se encontram muito envelhecidas, sujas, com janelas encravadas, com falta de cadeiras (há muito à espera de serem substituídas) e com casas de banho impróprias;
- as actuais limitações da oferta de transporte fluvial, em que os horários da ligação Trafaria, Porto Brandão e Belém têm uma diferença mínima de 60 minutos entre barcos, que pode chegar aos 90 minutos nos dias úteis. Prejudicando quem precisa de fazer este trajecto no percurso casa-trabalho, mas também a atractividade deste meio de transporte para todos aqueles que pretendem visitar o concelho de Almada e usufruir da sua oferta cultural, paisagística e gastronómica.
- a desadequação dos horários entre Cacilhas e o Cais-do-Sodré para todos aqueles que trabalham ao fim-de-semana e por turnos;
- a própria limitação de oferta de transporte fluvial que se mantém numa lógica de serviço entre Almada e Lisboa, quando já é urgente desenvolver as ligações entre os concelhos da margem Sul do Tejo (Almada, Seixal, Barreiro e Montijo);
- a necessidade da empresa Transtejo reforçar os seus quadros de pessoal, quer marítimo, quer na área da manutenção. Os utentes reconhecem que o serviço prestado por esta empresa já estaria muito pior se não fosse o brio dos seus trabalhadores, cujo profissionalismo valorizam, mas é já por demais evidente a falta de pessoal e o sobrecarregar de alguns trabalhadores, pelo que é urgente o reforço da empresa em meios humanos e materiais. A Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul considera ainda que esta empresa se deve manter no âmbito do sector empresarial do estado, atendendo ao serviço público que presta e aos desastrosos exemplos que de outras privatizações (com o encarecimento e a perda de qualidade dos serviço prestados).
- a desarticulação entre os vários prestadores de serviços de transporte de passageiros que laboram em Almada: Transtejo (transporte fluvial), MST (metro), Fertagus (comboio), TST e SulFertagus (autocarros), Rede Expresso e Táxis.
Reconhecendo os limites da intervenção da Assembleia Municipal nestas matérias, a Comissão de Utentes apelou aos deputados municipais que se juntassem às justas reivindicações dos utentes junto do governo por melhores transportes públicos ao serviço das populações e do desenvolvimento do concelho de Almada.
A Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul

SANTARÉM: marcado o 8º. Encontro Distrital


BARREIRO: presença dos utentes nas comemorações do 25 Abril

A comissão de utentes dos serviços públicos do Barreiro esteve nas comemorações de Abril.

07/06/18

CGD mais encerramentos de balcões?!!


LITORAL ALENTEJANO: contra atrasos nas obras IC 1

Utentes criticam atraso na reparação da «estrada da morte»


A Comissão de Utentes do Itinerário Complementar (IC) 1, entre Alcácer do Sal e Grândola, no distrito de Setúbal, critica o atraso da requalificação anunciada em 2017. 
As obras anunciadas pelo Governo em Abril do ano passado, adjudicadas à Infraestruturas de Portugal (IP) no mês de Janeiro, ainda não arrancaram na que passou a ser conhecida como «estrada da morte».
Para denunciar o atraso, a comissão de utentes realizou uma conferência de imprensa na segunda-feira, 4 de Junho, junto ao IC1, na zona de Alcácer do Sal, frisando que [os utentes] estão como «sempre estiveram». 
Segundo adiantou à Lusa o porta-voz, Manuel Rocha, até ao momento foram feitas apenas «reparações pontuais» ou «remendos» no traçado que liga Alcácer do Sal e Grândola, «para minimizar impactos e a insegurança na circulação dos automobilistas». Mas a comissão de utentes não desiste da reivindicação de alargar a requalificação a todo o traçado, entre Marateca e Grândola Sul. 
Para conhecer o ponto de situação da empreitada, a Comissão de Utentes do IC1 de Alcácer do Sal e Grândola vai solicitar audiências com a IP e com o ministro Pedro Marques que, dizem, «nunca nos recebeu».

SANTARÉM: lembrar o DIA MUNDIAL DO AMBIENTE


MARGEM SUL: investir JÁ no transporte fluvial

Foto de Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul.

TORRES NOVAS: contestação a transferência de farmácia


LISBOA: Comissão Utentes Transportes solidariza-se com luta dos ferroviários

A Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa saúda a luta dos trabalhadores da CP.
Esta greve, com com um nível de adesão muito elevado, não deve ser considerada como negativa para os utentes, antes pelo contrário. Negativo e prejudicial para os utentes é o continuo desinvestimento que se assiste na ferrovia e no sistema de transportes públicos em geral.
De facto, a circulação de comboios só com um agente, põe em causa a segurança ferroviária dos trabalhadores e dos utentes, pelo que lutar contra a circulação de comboios com um único operador (maquinista) é também defender os interesses dos utentes, zelar pela sua segurança, comodidade e conforto.
Desta forma, a CUTL solidariza-se com a greve desenvolvida pela Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans/CGTP-IN) e com todos os trabalhadores da CP que hoje estão em luta para defender o serviço público de transportes.


Foto de Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa.