21/09/18

BARREIRO: faltam administrativos nas unidades de saúde de proximidade

Comissão Utentes do Barreiro
Estamos atentos ao que se vai passando no Centro de Saúde da Quinta da Lomba. Na semana passada por motivos de ferias e baixas medicas não havia administrativos, foi preciso recorrer a administrativos das Unidades de Saúde familiares do Barreiro. Durante 2 semanas a Extensão de Coina não abriu por falta de administrativo. Ao que chegamos!!!
Mais uma vez não foi preenchida qualquer vaga para médico de família. Ou seja os médicos não aceitam as condições a que está votado o centro de saúde, cujas obras estão prometidas há anos, aguardamos o seu inicio!
E para fechar este post os membros desta comissão esta semana estiveram na rua a recolher assinaturas da Petição pela Construção da Unidade de Saúde no Alto Seixalinho.

BEIRA INTERIOR: contra as portagens!

http://www.reconquista.pt/articles/portagens-plataforma-admite-bloquear-a23-se-governo-nao-dialogar



A plataforma que contesta as portagens na A23 e A25 admite bloquear a autoestrada se o Governo não for sensível à contestação.
A hipótese foi admitida pelos responsáveis desta organização que congrega empresários, sindicalistas e utentes dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, que pela primeira vez realizaram uma marcha lenta num troço da A23, em especial no túnel da Gardunha.
Os anteriores protestos do género decorreram nas estradas nacionais que servem de alternativa e nas cidades da região.
“Se for necessário temos força para bloquear a A23. Só o faremos se formos obrigados mas o sinal que queremos dar é que estamos disponíveis para negociar”, afirmou Luís Garra, coordenador da União dos Sindicatos de Castelo Branco e um dos porta-vozes da plataforma, no final do protesto, na cidade do Fundão.
José Gameiro, que representa a Associação Empresarial da Beira Baixa, disse ao Reconquista que a plataforma tem dado espaço ao diálogo “e não nos têm ouvido”, referindo-se ao Governo.
O protesto no túnel da Gardunha “foi um marco importante daquilo que somos capazes de fazer”.
Para dia 27 está marcada em Castelo Branco uma conferência onde vão ser abordadas questões como as parcerias público-privadas, que gerem vias como a A23.
Um dos oradores será Paulo de Morais, que tem sido uma das vozes mais críticas deste sistema.
Para José Gameiro “há que demonstrar aquilo que está por detrás destas negociatas, em vias que foram construídas com fundos comunitários”.
A última das ações anunciadas para os próximos tempos é uma manifestação à porta da residência oficial do primeiro-ministro António Costa.
A plataforma que congrega empresários e as suas associações, sindicatos e comissões de utentes dos distritos de Castelo Branco e da Guarda continua a exigir uma redução progressiva do valor das portagens até à sua abolição.

MÉDIO TEJO: pela melhoria da urgência

http://www.mediotejo.net/medio-tejo-utentes-da-saude-entregam-caderno-reivindicativo-ao-primeiro-ministro/

Médio Tejo | Utentes da Saúde entregam caderno reivindicativo ao primeiro-ministro

Utentes da Saúde do Médio Tejo entregam caderno reivindicativo ao primeiro-ministro. Foto: mediotejo.net
A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) entregou hoje na residência oficial do primeiro-ministro um caderno reivindicativo para melhorar as condições de acesso aos serviços de saúde daquela região com mais de 10 mil assinaturas.
“O que a delegação da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) entregou esta manhã ao assessor do primeiro-ministro António Costa foi uma carta alertando para questões fundamentais a resolver no domínio do acesso aos cuidados de saúde e também as mais de 10 mil assinaturas recolhidas nos 13 concelhos da região para reclamar a melhoria das urgências”, disse hoje à agência Lusa Judite Gomes, da comissão de utentes.
Na carta, a que Lusa teve acesso, os utentes reclamam a melhoria dos serviços de urgência no Médio Tejo, no distrito de Santarém, com a reabertura das unidades médico-cirúrgicas de Tomar e Torres Novas do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e da pediatria nos hospitais de Abrantes e de Tomar.
A iniciativa de hoje “vem na sequência de um conjunto de outras iniciativas institucionais”, nomeadamente junto do Ministério da Saúde, de autarquias, de parlamentares e do Conselho de Administração do CHMT, indicou Judite Gomes.
“Há muitos anos que alertamos para estes problemas e esperemos que, com mais esta iniciativa, olhem para estas questões e as resolvam a bem dos utentes da saúde e das suas famílias, que tão penalizados têm sido ao nível do acesso aos cuidados de saúde, mas também em deslocações entre hospitais e pagamento de portagens, entre outras problemas que justificavam mais atenção e rápida resolução”, defendeu.
Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei e de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.
Na carta hoje entregue ao primeiro ministro, a CUSMT defende que a urgência médico-cirúrgica “deve legalmente ser atribuída ao CHMT, permitindo assim ao Conselho de Administração, mediante os meios disponíveis, organizar o serviço nas três unidades do CHMT”.
Segundo os utentes, esta seria “a forma de o CHMT passar a ter a capacidade de responder prontamente e com qualidade a todas as situações urgentes da região” e “contribuir para aliviar sofrimento e despesas a utentes e familiares, assim como uma utilização menos intensiva dos transportes inter-hospitalares”.
No documento pode ler-se que, “ainda dentro das melhorias que se tornam indispensáveis ao funcionamento das urgências” do Médio Tejo, a CUSMT defende também que “as urgências de pediatria, neste momento localizadas na unidade de Torres Novas, sejam também abertas nas unidades de Abrantes e de Tomar”.
Judite Gomes lamentou ainda que “as anunciadas obras na requalificação das urgências do hospital de Abrantes nunca tenham, sequer, começado” e lembrou que, “há três anos, a CUSMT entregou um abaixo-assinado com 30 mil assinaturas” que “já alertava para o problema do serviço de urgências” no Médio Tejo.
“Nada foi feito”, criticou, tendo observado que a entrega desta carta decorre numa fase em que o país “está em tempo de negociação do Orçamento do Estado”.
Os ministros da Saúde e das Finanças, assim como os grupos parlamentares e as autarquias do Médio Tejo, serão igualmente informados da iniciativa e do teor da carta entregue no gabinete de António Costa, acrescentou.

BARREIRO/MOITA: acção popular contra o Aeroporto no Montijo

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=9007537&mostra=2

Barreiro / Moita - No dia 29 de Setembro pelas 10:00 horas
Marcha de Protesto contra infraestrutura aeroportuária na Base do Montijo

Barreiro / Moita - No dia 29 de Setembro pelas 10:00 horas<br />
Marcha de Protesto contra infraestrutura aeroportuária na Base do MontijoA Marcha de Protesto concretizar-se-á a partir de duas concentrações sendo uma delas na rotunda 25 de Abril, no Barreiro e a outra na rotunda de Alhos Vedros perto do supermercado Continente.
Ambas as concentrações seguirá em desfile até à Alameda do Povo na Baixa da Banheira, onde terminará.

Conforme anteriormente noticiado, hoje, reuniram representantes do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira, do Grupo Recreativo “O Chinquilho” Banheirense, da Associação de Moradores da Zona Norte da Baixa da Banheira, da Comissão de Utentes de Saúde da Baixa da Banheira, da Comissão de Utentes de Saúde de Alhos Vedros, da Associação de Mulheres com Patologia Mamária, da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Barreiro, da Cooperativa Cultural Popular Barreirense, da Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não e da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN.
Este também presente o Presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira que gentilmente cedeu as instalações da Junta.

As organizações presentes decidiram convocar uma Marcha de Protesto contra a tentativa de ser construída uma infraestrutura aeroportuária, na Base Aérea nº 6 do Montijo, para a expansão do Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado.
A Marcha de Protesto realiza-se no dia 29 de Setembro próximo pelas 10:00 horas.

A Marcha de Protesto concretizar-se-á a partir de duas concentrações sendo uma delas na rotunda 25 de Abril, no Barreiro e a outra na rotunda de Alhos Vedros perto do supermercado Continente.
Ambas as concentrações seguirá em desfile até à Alameda do Povo na Baixa da Banheira, onde terminará.

As organizações presentes decidiram constituir-se em Comissão Promotora e que conta com o apoio da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, da Junta de Freguesia da Moita e da Câmara Municipal da Moita.
A Comissão Promotora concordou em endereçar convites, entre outros à União de Freguesias Barreiro Lavradio e à Câmara Municipal do Barreiro.

SANTARÉM: lembrar a Semana Europeia da Mobilidade


LITORAL ALENTEJANO: Comemorar o 39º. Aniv SNS

https://www.abrilabril.pt/local/nos-39-anos-do-sns-utentes-do-litoral-alentejano-debatem-carencias

Nos 39 anos do SNS, utentes do Litoral Alentejano debatem carências

Com o objectivo de comemorar o 39.º aniversário do SNS e analisar a situação dos cuidados de saúde no Litoral Alentejano, as comissões de utentes promovem um debate esta noite em Santiago do Cacém.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/8192.jpg?itok=FTnrpNAc
Créditos/ ulsla.min-saude.pt
Foi no passado dia 15 de Setembro que se completaram 39 anos de uma das maiores conquistas da Revolução dos Cravos, o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Mas o ambiente, afirma o responsável das comissões de utentes do Litoral Alentejano, Dinis Silva, ao AbrilAbril, não é de festa. 
A região é «uma das mais carenciadas em recursos humanos», no sector da Saúde, e, num território com aproximadamente 100 000 utentes, cerca de 50% não têm médico de família.
As carências existem também nas especialidades médicas. Dinis Silva denuncia que, para além de só haver, por exemplo, um urologista e um cardiologista para aquele universo de utentes, não há especialistas de pediatria. «A pediatria funciona com médicos indiferenciados», explica. 
Além da falta de médicos, que origina grandes listas de espera para cirurgias e consultas, os utentes denunciam a carência de enfermeiros, frisando que as dificuldades se sentem no Hospital do Litoral Alentejano mas também nos centros de saúde da região. 
Estas e outras questões serão analisadas num debate que as comissões de utentes do Litoral Alentejano realizam hoje, pelas 20h30, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, em Santiago do Cacém, com o apoio das autarquias da região.
O encontro conta com a participação do presidente da Federação Nacional dos Médicos, João Proença, e do dirigente regional de Setúbal do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), Luís Matos.

MÉDIO TEJO: Assinalar o DIA MUNDIAL ALZHEIMER


PORTO: defesa da ferrovia


"Pôr os comboios na linha para servir a população"
A Plataforma para a Defesa do Serviço Público Ferroviário realizou hoje, dia 20 de Setembro, uma Tribuna Pública na Estação de S.Bento, Porto. A Plataforma é constituída por organizações sindicais, comissões de trabalhadores e organizações de utentes em que o MUSP é um dos subscritores.

16/09/18

MÉDIO TEJO: pela melhoria das urgências!


DIA MUNDIAL DO LINFOMA


FIGUEIRA FOZ: por cuidados de saúde de proximidade!

https://www.asbeiras.pt/2018/09/concentracao-em-maiorca-junto-ao-posto-medico/

Concentração em Maiorca junto ao posto médico

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Um grupo de maiorquenses marcou para a próxima segunda-feira, pelas 09H30, uma concentração junto ao posto de saúde de Maiorca, para protestarem contra a perda de serviços a que vêm assistido nos últimos tempos.
posto médico daquela localidade do concelho da Figueira da Foz existe desde 1960, na Casa do Povo. Nos últimos meses, porém, muitos utentes estão a ser persuadidos a mudarem-se para a Unidade de Saúde Familiar das Alhadas, queixam-se os organizadores da concentração.