16/01/19

SEIXAL: soluções para o transporte fluvial

https://www.rtp.pt/noticias/economia/utentes-defendem-aluguer-de-navios-para-contornar-problemas-na-transtejo-e-soflusa_n1122942

Utentes defendem aluguer de navios para contornar problemas na Transtejo e Soflusa

Economia

A Comissão de Utentes do Seixal defendeu hoje, além de mais investimento na Transtejo e na Soflusa, o aluguer de navios a portos europeus para contornar os problemas existentes nas ligações fluviais enquanto não chegam os novos barcos.

Em declarações à agência Lusa, António Freitas, representante da comissão, afirmou que aquilo de que as pessoas precisam é de barcos, considerando que as "soluções pecam por tardias": os novos navios agora anunciados, referiu, são uma solução "para sair daqui a dois anos".
A Transtejo assegura as ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão e Lisboa, enquanto a Soflusa é responsável por ligar o Barreiro à capital.
O Conselho de Ministros aprovou na semana passada o plano de renovação da frota da Transtejo, que inclui a compra de dez novos barcos, devendo o primeiro catamarã entrar em circulação a partir do final do próximo ano.
António Freitas considera que, além do investimento, uma hipótese que se poderia colocar seria o aluguer de navios a "algum porto europeu", permitindo "suster a situação durante dois anos, até chegarem os novos barcos".
"Tem de haver uma alternativa, não conheço cadernos de encargos. Não posso acreditar que um governante diga que não há alternativa, não podemos ficar à espera de um concurso, se houver um problema com dois ou três participantes no concurso podemos ter um problema para dez anos", referiu.
António Freitas, lembrou à Lusa que os tempos de austeridade "levaram a uma redução de carreiras no Seixal, Montijo e Cacilhas com destino a Lisboa", referindo que a "degradação culminou há dois anos com falhas técnicas graves dos navios" e com "supressões efetivas e totais de carreiras".
"No tempo da `troika` havia veículos de reserva que permitiam o serviço regular, as coisas foram passando pelos pingos da chuva. Tudo o que havia de reserva foi utilizado e degradou-se a frota", explicou, lembrando que na reunião tida com a administração da Transtejo e da Soflusa (gestora das duas empresas) há dois anos a empresa admitiu a existência de um plano de recuperação, "mas que havia contingências do ponto de vista financeiro".
Enquanto utente da Transtejo, António Freitas questiona ainda como é que se ouve dizer que a partir de abril haverá um novo sistema de mobilidade para a Grande Lisboa, com alteração de tarifários e "numa tentativa de levar mais pessoas a utilizarem os transportes públicos", e a frota entre as duas margens não sofrerá alteração.
"Pergunto como é possível - não temos frota a funcionar para as viagens diárias, quanto mais funcionar com um novo fluxo de novos passageiros desejáveis do ponto de vista ambiental e da mobilidade da cidade", referiu.
Na semana passado, o secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Mendes, adiantou à Lusa que o Governo está a projetar a entrega do primeiro navio "no final de 2020 ou no início de 2021, em princípio no final de 2020".
"Em 2021 a entrega de três navios e, depois, os seis seguintes serão ao ritmo de dois a cada ano. Significa que, em 2024, teremos os dez navios entregues", referiu.
O concurso será lançado nas próximas semanas, acrescentou José Mendes, apontando para um investimento de 57 milhões de euros para a aquisição dos barcos e mais de cerca de 33 milhões para a "grande manutenção", sendo um "investimento global que será da ordem dos 90 milhões de euros".
A compra das novas embarcações será acompanhada pelas "grandes reparações" de manutenção até 2035, permitindo "que um novo ciclo de serviço público de mobilidade na travessia do Tejo seja um ciclo de qualidade e de eficiência", assinalou o secretário de Estado.
Em protesto contra a constante supressão de carreiras, em dezembro, dezenas de pessoas invadiram o único navio que estava disponível no cais do Seixal, quando estava avariado o outro que faz a ligação a Lisboa.
José Mendes assumiu os problemas que existem atualmente na travessia do Tejo, sublinhando que "resultam essencialmente de se tratar de uma frota muito velha", com navios entre 20 e 40 anos.

Defender o SNS!


Uma causa justa: nacionalizar os CTT

14/01/19

ALGARVE: em defesa da ferrovia!

https://www.tsf.pt/sociedade/interior/utentes-unem-se-em-defesa-da-linha-ferroviaria-do-algarve-10422186.html

Utentes unem-se em defesa da linha ferroviária do Algarve

A CULA - Comissão de Utentes da Linha do Algarve considera que este troço de ferrovia " enfrenta um dos piores momentos da sua história"

As razões apontadas são muitas: o serviço tem vindo a piorar, a Linha do Algarve tem composições velhas, comboios a serem constantemente suprimidos e estações quase ao abandono.
Ana Tarrafa da CULA, a Comissão de Utentes da Linha do Algarve, não se lembra "de haver tantas supressões de comboios, substituídos por autocarros", sublinha. Autocarros que por vezes levam hora e meia a chegar. "Abandono generalizado" é como descreve a situação da linha ferroviária no Algarve.
Para chamar a atenção para estas situações,elementos da comissão de utentes concentram-se hoje na estação ferroviária de Olhão e irão distribuir panfletos aos utentes da CP com as suas preocupações .
O concurso recentemente anunciado pelo governo da aquisição de 22 novas composições ​​​​​​​também não deixa este comissão mais descansada." A maior parte dos comboios nas linhas regionais têm mais de 50 anos", lembra Ana Tarrafa. " As necessidades são muito maiores", conclui.

13/01/19

PORTO ALTO/BENAVENTE: contra o encerramento dos CTT

https://omirante.pt/omirantetv/2019-01-12-Utentes-em-protesto-contra-encerramento-do-posto-CTT-no-Porto-Alto

Utentes em protesto contra encerramento do posto CTT no Porto AltoUtentes em protesto contra encerramento do posto CTT no PortoAlto

A Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB) promoveu um protesto contra o encerramento definitivo do posto CTT no Porto Alto. Durante a acção foi lançado um documento para recolha de assinaturas, que vai ser entregue ao Governo.

Meia centena de pessoas protestaram, na tarde de sexta-feira, 11 de Janeiro, contra o encerramento do posto CTT no Porto Alto.
Os utentes não compreendem a desactivação da loja, que faz falta sobretudo aos idosos.
O protesto contra o encerramento desta loja foi promovido pela Comissão de Utentes do Concelho de Benavente (CUCB), que considera esta acção mais uma prova de desinvestimento no concelho.
A administração dos CTT refere que tem hoje mais 75 pontos de acesso do que em 2014, ano da sua privatização, estando as aberturas de novos postos a ocorrer a maior ritmo do que a desactivação de lojas.

AMORA/SEIXAL: por cuidados de saúde proximidade!

ATENDIMENTO COMPLEMENTAR NO CENTRO DE SAÚDE DE AMORA
A Comissão de Utentes esteve esta tarde de sábado nesta unidade para aferir o funcionamento do Plano de Contingência anunciado pela ARSLVT em 8/Janº. 
O que verificámos foi que o atendimento ao fim de semana estava a ser feito sem alterações, ou seja até às 17h00, quando deveria estar até às 22h00, como anunciado. Desde as 15h00 que não havia mais senhas para atendimento e, até às 17h00, cerca de 30 utentes foram recusados e aconselhados a ir ao Hospital Garcia de Orta. Só estavam a ser aceites utentes referenciados pelo SNS24. 
Numa altura em que os indicadores oficiais dizem termos já entrado na fase epidémica, não compreendemos como não foi já implementado na totalidade o prolongamento ao fim de semana no AC de Amora (durante a semana já está a funcionar das 20 às 22h00).
Continuamos a apelar a que, caso tenha sintomas de gripe, LIGUE PARA O SNS24 - 808 24 24 24 - que triará e dará o encaminhamento mais adequado à sua situação.

20/12/18

EN 101: utentes organizam-se!

https://semanariov.pt/2018/12/13/autarcas-e-cidadaos-criam-associacao-de-utentes-da-en-101-em-vila-verde/

Autarcas e cidadãos criam associação de utentes da EN 101 em Vila Verde


Um grupo de cidadãos e alguns autarcas levam hoje a cabo o registo de uma nova associação de utentes da Estrada Nacional 101, em Vila Verde, com a assinatura a ser assinada em Braga, durante esta tarde.
Reivindicam melhores condições para a estrada, algo que, avançou o V, será assegurado pelo Governo durante o ano de 2019. Querem também a construção da variante àquela estrada, de forma a ligar os parques industriais do Norte do concelho à região de Braga.
Ao que apuramos, a constituição inclui pelo menos dois autarcas de freguesias de Vila Verde e vários populares na sua grande maioria afetos ao PSD. A comissão terá convidado os autarcas das freguesias pelas quais passa aquela estrada para ajudar na reivindicação.
Recorde-se que o secretário de Estado do Planeamento e Infraestruturas, Guilherme Martins, assegurou, por escrito, que existirá um investimento de 8 milhões de euros em 2019 para requalificar aquela estrada, desde a entrada em Vila Verde até à freguesia de Covas, na zona do Vade.
Também o mesmo secretário avançou que há a possibilidade de incluir a construção da variante à EN 101 em Vila Verde no plano nacional de grandes infraestruturas ainda durante a legislatura socialista.

MADEIRA: pela redução das listas de espera!

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/comissao-de-utentes-lamenta-inaceitavel-adiamento-de-consultas-na-madeira-388981

Comissão de utentes lamenta inaceitável adiamento de consultas na Madeira

O porta-voz da comissão de utentes diz que tem recebido relatos de pessoas que se deslocam de concelhos distantes e quando chegam ao local das consultas descobrem que foram canceladas, sem que exista uma data prevista para remarcação.

VILA DA LUZ: Pelo serviço postal de proximidade!

https://www.abrilabril.pt/local/populacao-de-vila-da-luz-contesta-encerramento-dos-ctt

População de Vila da Luz contesta encerramento dos CTT

Os utentes da Vila da Luz, no concelho algarvio de Lagos, realizaram este domingo uma concentração de protesto contra o encerramento definitivo e imediato da Estação dos Correios da Freguesia.
Parte da concentração de utentes na Vila da Luz
Parte da concentração de utentes na Vila da LuzCréditos
A acção de protesto reuniu cerca de meia centena de pessoas, em reacção ao fecho «definitivo e imediato» da estação de correios. A decisão foi comunicada à Junta de Freguesia da Luz pela administração dos CTT.
«Esta decisão, que aprofunda a degradação dos serviços públicos neste território, não serve os interesses da população da Luz, Espiche, Almádena, Montinhos, Bela Vista, Ferrel e parte de Burgau, designadamente a população mais idosa, e afecta negativamente a actividade turística e o comércio local», lê-se na nota de imprensa.
Na moção aprovada por unanimidade, os utentes realçam que «os correios não são um negócio», mas sim «um instrumento insubstituível para a coesão social, económica e territorial».
Por outro lado, consideram que, desde a privatização, o serviço postal está a ser posto em causa pela actual administração dos CTT. Esta é acusada de apenas estar «interessada em obter lucros com os grandes negócios e com os grandes centros de distribuição postal, deixando ao abandono as populações que há décadas utilizam este serviço público».
Além disso, os utentes da Vila da Luz afirmam que «não é admissível que o Governo assista impávido e sereno à destruição do serviço postal», motivo pelo qual exigem que «assuma as suas responsabilidades», trave o encerramento e «inicie o processo de recuperação do controlo público dos CTT».
«Considerando a grande importância desta estação e os prejuízos que o seu encerramento acarrenta, a população aqui reunida repudia o encerramento dos CTT e exige a manutenção da estação dos CTT na Vila da Luz, Lagos», lê-se na moção.

Por transporte fluvial de qualidade!



08/12/18

OESTE: por preço mais acessíveis nos transportes públicos.

https://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-12-03-Utentes-de-transportes-publicos-do-Oeste-reclamam-passes-a-precos-semelhantes-aos-da-AML

Utentes de transportes públicos do Oeste reclamam passes a preços semelhantes aos da AML

Passageiros de transportes públicos defendem que passes a € 40 a partir do final do primeiro trimestre de 2019 deviam abranger concelhos limítrofes da capital. Área Metropolitana de Lisboa confirma estar em conversações com a Comunidade Intermunicipal do Oeste

Vários cidadãos que residem na zona Oeste, fora da Área Metropolitana de Lisboa (AML), mas que se deslocam todos os dias para a capital, defendem que o passe dos transportes a € 40 devia estender-se a mais concelhos. “Não faz sentido que Torres Vedras não seja abrangida, porque, se o passe já era caro, a diferença passa a ser colossal”, afirmou à Lusa Francisco Mourão, que, para ir trabalhar, paga € 165 pelo passe combinado nos transportes, “o quádruplo” do passe de € 40 anunciado para as área metropolitanas de Lisboa e Porto.
Para Mara Garcia, moradora de Torres Vedras a estudar na capital, “a vantagem para quem vive em Lisboa claramente é boa, mas devia abranger outros concelhos” porque de Torres Vedras, por exemplo, “vão centenas de pessoas todos os dias para Lisboa e pagam valores enormes”. Também residente em Torres Vedras e trabalhadora em Lisboa, Joana Santos, contou à Lusa que os utentes que se deslocam diariamente daquele concelho para a capital “estão extremamente desagradados com esta situação de haver um passe mais barato para outras freguesias que se encontram relativamente à mesma distância de Lisboa”.
“Estamos a juntar pessoas suficientes para uma petição para tentarmos de alguma forma ter, pelo menos, um desconto (…) ou um valor razoável que seja comparável com este novo processo que está a ser feito”, acrescentou.
Francisco Olivença, que vive nas Caldas da Rainha e trabalha em Lisboa, considera os novos passes sociais, previstos para o próximo ano, “uma ótima ideia”, mas ressalva que deveriam abranger o país inteiro, uma vez que paga € 190 de passe mensal. No mesmo sentido, Marta, residente em Sobral de Monte Agraço, a poucos quilómetros das áreas limítrofes da AML, acha uma “boa medida”, mas defende que deveria chegar também à sua zona.
Alda Almeida vive em Alenquer, localidade que não pertence à AML, mas que se situa a cerca 10 quilómetros de Castanheira do Ribatejo, já no concelho de Vila Franca de Xira, abrangido pelo passe social único. A utente paga € 154 euros pelo título de transporte, pelo que vai avaliar se lhe compensa ir até à Castanheira “e, depois ali, apanhar outro transporte mais barato”, disse à Lusa.
A Área Metropolitana de Lisboa confirmou que está em conversações com as Comunidades Intermunicipais limítrofes para um acordo que permita reduzir o preço dos passes também para quem se desloca a partir desses concelhos para Lisboa, sendo uma delas a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim). Atualmente, um residente de Arruda dos Vinhos, a 35 quilómetros e 40 minutos da capital, paga € 138,50 por um passe mensal combinado para Lisboa (autocarro/metro/carris).
De Alenquer ou Sobral de Monte Agraço, a 45 quilómetros ou a 45 minutos de Lisboa, o mesmo passe custa € 160,70. O passe sobe para € 165, de Torres Vedras (a 45 minutos ou a 50 quilómetros de Lisboa), para € 183,50, da Lourinhã (uma hora ou 70 quilómetros de Lisboa), para € 186,50, do Bombarral (uma hora ou 70 quilómetros de Lisboa), ou para € 187,50 euros, de Caldas da Rainha (uma hora e 20 minutos ou 90 quilómetros de Lisboa).
A OesteCim integra os municípios de Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras (distrito de Lisboa) e Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Óbidos, Nazaré, Peniche (distrito de Leiria).

MÉDIO TEJO: Participação no Conselho Consultivo do CHMT